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Mulheres começam a fumar mais cedo que os homens, diz pesquisa do Inca

Instituto Nacional do Câncer está dando ênfase ao público feminino, já que as três principais causas de morte de mulheres podem estar ligadas a problemas causados pelo cigarro

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Mantendo o tema utilizado pelo Organização Mundial da Saúde, o Dia Nacional de Combate ao Fumo 2010 deu ênfase ao público feminino “Mulher, você merece algo melhor que o cigarro”, comemorado no último domingo, 29.

A pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 30, pelo Instituto Nacional do Câncer – Inca justifica a preocupação com as mulheres.  Considerando os 25 milhões de fumantes no Brasil, o estudo indica que as mulheres começam a fumar mais cedo.

De acordo com o Inca, elas param de fumar numa proporção duas vezes maior do que a dos homens. O instituto também avalia que houve queda do consumo de tabaco nas últimas décadas. Dos 25 milhões de fumantes no país, a pesquisa mostra que 45,6% tentaram parar de fumar nos últimos 12 meses. A pesquisa do Inca visa fornecer informações para subsidiar a política nacional de controle do tabaco.

Mulheres e jovens movimentam

o mercado de cigarros

Ainda de acordo com o INCA, a indústria do tabaco busca o público jovem como forma de expandir suas vendas, sendo a segunda droga mais consumida pelos jovens, no Brasil e no mundo. As campanhas publicitárias utilizam imagens de poder, liberdade, beleza e sucesso para atrair e se fortalecer com o público jovem. Dados mostram que 90% dos fumantes começou a fumar antes dos 19 anos.

Impacto do tabagismo

na saúde da mulher

Atualmente, as principais causas de morte na população feminina são, em primeiro lugar, as cardiovasculares (infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico); em segundo, o câncer – mama, pulmão e colo de útero; e, em terceiro, as doenças respiratórias. É possível perceber que as três causas podem estar relacionadas ao tabagismo, sendo que o câncer responsável pela maioria das mortes femininas (mama) já foi ultrapassado em incidência pelo de pulmão entre mulheres em diversos países desenvolvidos.

Com informações de INCA e portal G1

FOTO: INCA

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