Plano de carreira extinto: “Tarcísio fará o que tiver que fazer”, diz diretor de Relações Institucionais da Prefeitura

Gilnei Andrade antecipa que prefeito não se furtará em resolver problemas estruturais em Novo Hamburgo e garante que governo vai ouvir servidores para elaborar novas regras.

Felipe de Oliveira felipe@novohamburgo.org

Foram 50 longos dias. De 17 de setembro a 05 de novembro, o Governo Tarcísio Zimmermann (PT) sofreu o maior desgaste desde que assumiu o comando de Novo Hamburgo, em janeiro de 2009.

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Enfim, conseguiu extinguir os atuais planos de carreira do funcionalismo público em duas votações tumultuadas na Câmara Municipal. Não sem antes ver a categoria rebelada. Mobilizações e greves marcaram o período. A Prefeitura sustentou que manter os benefícios atuais para os futuros concursados era impossível. Quebraria as finanças do município. Os servidores alegavam falta de diálogo e prejuízos. Agora, em no máximo 12 meses as novas regras devem chegar à apreciação do Legislativo.

gilnei_andradeDesta vez, não haverá polêmica. Pelo menos não por falta de diálogo, promete o diretor de Relações Institucionais da Prefeitura. É de Gilnei Andrade (foto) a tarefa de ser o interlocutor do Executivo na relação com o Legislativo. Acompanha todas as sessões plenárias, de perto. Foi assim nas duas que aprovaram a extinção dos planos de carreira. “Apesar da demora dos prazos, a conclusão foi a que atende a expectativa do Executivo”, avalia o diretor. Um dia depois da aprovação definitiva, ele fala com exclusividade ao Portal novohamburgo.org.

Andrade antecipa que as entidades representativas já foram chamadas a debater as novas regras para o vínculo de trabalho do funcionalismo. Uma comissão está sendo formada, inclusive. Terá a participação do Grêmio/Sindicato dos Funcionários Municipais, Sindicato dos Professores e Associação dos Guardas Municipais. A Procuradoria Geral do Município é o órgão que concentra os trabalhos de levantamento de informações e legislação. “O prazo máximo é de 12 meses, mas não quer dizer que não possamos terminar antes.”

POLÊMICA

Para Gilnei Andrade, a polêmica envolvendo a extinção dos planos de carreira só ganhou tanta repercussão porque “a maior parte dos elementos utilizados no debate envolviam verdades parciais ou nem eram verdade”. O diretor de Relações Institucionais segue contestando a versão de que há prejuízos para os atuais funcionários públicos. Segundo ele, não foi retirado nenhum benefício. “Insistiram até o final que teria perdas. E não tem perdas”, reafirma.

A vitória do Governo Tarcísio, conforme Andrade, deve-se à coesão da base aliada na Câmara Municipal. “Conseguimos estabelecer uma relação de confiança muito sólida com os vereadores.” Votaram a favor dos três projetos do Executivo que extinguiam os planos de carreira toda a bancada do PT (Alex Rönnau, Carmen Ries, Matias Martins e Gilberto Koch), Ito Luciano (PMDB), Jesus Martins (PTB), Leonardo Hoff (PP) e Ricardo Ritter (PDT).

betinho_retratoOs votos contrários foram de Jorge Luz (PMDB) – suplente que ocupou a vaga do titular licenciado Raul Cassel -, Luiz Carlos Schenrlte e Sergio Hanich, também do PMDB, Gerson Pettefi (PSDB) e Volnei Campagnoni (PCdoB). O líder do governo no parlamento, Gilberto Koch, o Betinho (foto), não votou no primeiro turno. Sua base eleitoral é justamente o Sindicato dos Sapateiros, solidário à causa do funcionalismo. Ele não pretendia contrariá-la. Acabou, contudo, alinhando-se à bancada. Já o presidente da Casa, vereador Antônio Lucas (PDT), só vota em caso de desempate.

CORAGEM

Coragem é a característica que melhor define o perfil do prefeito Tarcísio Zimmermann nas palavras de Gilnei Andrade. “O Tarcísio não tem perfil de jogar os problemas para frente”, diz o diretor da Prefeitura. Utiliza como exemplos as ações iniciais do governo petista em Novo Hamburgo. Que, aliás, é o primeiro na história de 82 anos da cidade. Foram temas ásperos, como ele mesmo adjetiva.

Criação da Fundação de Saúde Pública, extinção do Valor Referencial de Vencimento – VRV do funcionalismo público. Até na Lei dos Mercados, de autoria dos vereadores, Zimmermann assumiu a responsabilidade e sancionou o projeto que restringe o horário de funcionamento de mini, super e hipermercados mesmo contra a opinião pública. Todos temas polêmicos. No entendimento de Andrade, no entanto, essenciais para resolver problemas estruturais “que outros governos preferiram jogar para frente”.

FOTOS:

Imprensa da Câmara Municipal de Novo Hamburgo

Arquivo pessoal de Gilnei Andrade

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14 comentários

  1. Marco Antonio Boccasius Johann
    6 de novembro de 2009

    Realmente nosso prefeito se destaca pela sua coragem. E não é de hoje. Coragem de aliar-se com outros partidos sem qualquer afininidade ideológica (ou não), por mera conveniência. Coragem de virar as costas aos trabalhadores. Coragem em desfilar numa campanha eleitoral recheada de pessoas pagas e em desespero financeiro. E, o pior de tudo, é que terá novamente a coragem de tentar a reeleição, daqui a 3 anos. Só espero que não falte a coragem de outros “companheiros” em admitir que o PT renegou suas origens, e admitam que hoje não passa de mais um partido político com o único interesse de manter-se no poder, para acomodar seus interesses e conveniências.

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  2. Silvana Fabris
    6 de novembro de 2009

    É lastimável que pessoas deste calão se apoderam da governância desta cidade. Lutaram anos para chegar ao poder: instigando processos construtivos, desmoralizando e denegrindo ações que construíam a educação em particular. Presenciei inúmeras situações em que a inversão de fatos, opiniões e intenções eram protagonistas… Hoje, no “poder” (que se constrói e não se impõe) percebo a falta de preparo, de dignidade, de verdade e de respeito para com a comunidade. A cortina vai se abrindo aos poucos…. Que interesses o atual governo tem em administrar o que não é seu: a cidade, o IPASEM, o Plano de Carreira….? Ditadura revestida de Democracia?

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  3. Patrícia Silva
    7 de novembro de 2009

    O sr. prefeito, acessorado por um secretário de educação inexperiente e distante da realidade dos professores e que ainda assim é truculento e desrespeitoso, tem dito que extinguir o plano de carreira de toda uma classe é o que salvará NH do caos econômico… rs! Não me faça rir, senhor prefeito, há muitas outras formas de oxigenar a situação econômica da cidade. Quem sabe olhando para bem perto, para o enorme número de Cargos de Confiança e seus salários? E o sálário dos vereadores? Coragem sim, do prefeito, de caminhar de cabeça erguida depois dessa “pataquada” contra os funcionários concursados.

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  4. Luiza Dumont
    8 de novembro de 2009

    A única verdade é que o prefeito fez uma opção política para resolver os “problemas” financeiros da cidade. Até o momento não vimos transparência, nem diálogo. O senhor Gilnei é um militante de carreira, muito fácil falar para quem ganha a vida assessorando políticos. A Educação perde e muito com a aprovação destes projetos. O plano de carreira não é de um profissional é de uma categoria. E quanto a afinidade e a confiança dos vereadores, todos sabem muito bem como é pautada. O prefeito “ganhou” mas a cidade perde mais uma vez por ter confiado nos discursos de campanha destes senhores. Nada como o tempo…

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  5. Demerval
    8 de novembro de 2009

    O pior de tudo o que estamos vendo são esses militantes de carreira, tipo este senhor que deu a entrevista, que pelo que se sabe há muito tampo não sabe o que é uma carreira de verdade, construída no suor do trabalho, a duras penas. Confiar nos discursos do prefeito deram nisto. Não quando a Educação de NH poderá se recuperar de tanta falta de respeito e de políticas. Sim estamos há dez meses sem rumo.

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  6. Gilnei Andrade
    9 de novembro de 2009

    Encerrado o processo de votação é possivel dizer algumas coisas sobre essa questão do plano de carreira e sobre o futuro da cidade. Primeiro, que as pessoas que estão a frente dessa Administração queriam essa oportunidade e preparam-se para ela.
    Diferente de alguns poucos militantes que pularam fora nas primeiras dificuldades e adotaram a estratégia do Peter Pan de não crescer para não vencer e nunca se responsabilizar. Quem foge da briga antes do seu final são as ratazanas que abondanam o navio logo que sentem o milho do porão mofado.
    Seremos julgado pelo conjunto da obra, ao longo de quatro ou oito anos, e aí veremos se viramos as costas para os trabalhadores. Seremos julgado pelos professores e pelo funcionalismo. Mas a cidade não é composta só por servidores.
    O orçamento de uma cidade não deve privilegiar os seus servidores. Os servidores devem se contemplados, estimuladoe e valorizados como parte da cidade que são.
    Uma administração que investe em saude, habitação, educação e segurança ajuda a todos inclusive os servidores. O poder realmente se constrói e não se impõe nem pelo prefeito e nem pelos servidores. O atual governo tem interesse em administrar o que é do povo: a cidade, o IPASEM, o Plano de Carreira…
    Ditadura revestida de Democracia é o espírito corporativista que busca garantir primeiro a sua parte e depois, se sobrar alguma coisa, pensa na cidade…
    A administração, o prefeito e seu secretariado serão julgados pelo povo da cidade do qual o funcionalismo é uma parte. Parte importante mas longe de ser sua maioria.Vamos olhar de perto o número de Cargos de Confiança e seus salários, vamos olhar a administração direta e as autarquias e teremos coragem de caminhar de cabeça erguida por estarmos defendendo e pensando na cidade como todo e não apenas nos funcionários concursados.

    Gilnei Andrade

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  7. vilmar
    9 de novembro de 2009

    sr gilnei dizer que pularam fora antes do final e muito mal pois quem saiu fora antes foi por que viu que os projetos todos vinham contra os trabalhadores,pois ai vai alguns,aumento das passagem do dia pra noite,aumento da faixa nobre,e fim dos planos de carreira dos funcionarios,e vem mais um aumento na iluminação publica por ai,esqueceram o que prometeram antes da campanha,por que voce não faz um concurso publico para saber se voce passaria pois desde que te conheço vive dependurado nos politicos ,mamando,me diz qual a tua formação para falar em educação,agora que o prefeito tem coragem tem pois em brasilia votou contra os aposentados e se apresentou em nh defendendo os mesmos tambem contra o salario minimo e aqui como candidato defendia isso é coragem o cara de pau para mentir desse geito.

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  8. vilmar
    9 de novembro de 2009

    que pena BETINHO pois sempre te admirei como sindicalista como pessoa mas agora voce me faz um papelão desse !!! na primeira votação fica em cima do murro na segunda fota contra os trabalhadores sera que podemos confiar nesses sindicalistas pois voce foi eleito com voto dos trabalhadores não precisava fazer esse papelão só para agradar o prefeito porque não votou com a tua convicção que eu tenho a certeza que não é essa ai que tu apresentou,tudo bem que o alex se obrigou a votar pois é suplente e o governo de tão democrático que é era capaz de substitui-lo mas voce betinho pensa direito no que voce sempre defendeu e agora o que tu fez,so toma um calmante para poder dormir a noite porque a consiencia vai pesar.

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  9. Letícia
    10 de novembro de 2009

    Há toda uma luta para se ter os direitos que se tinha até a votação da semana passada, não foi em vão esta conquista e se somos referenciais no País na área da Educação é porque fizemos por merecer, investimos em estudos para isso fazendo acontecer o aprendizado em sala de aula. Sabe-se que quando foi elaborado o Plano de Carreira do município a situação econômica era outra, no entanto, se precisamos rever isto, então, que se pense não só nos servidores publicos, mas sim, em todos, principalmente naqueles que possuem os salários mais altos da cidade. Para algumas pessoas da comunidade, por não saber das exigências de nossa profissão, pensam que nós professores ganhamos muito bem e que realmete deveríamos ter remuneração menor e apoiam este novo Plano de Carreira, no entanto, eu questiono: Como será o perfil dos novos concursados? Quem estará participando do concurso? Que formação terão estes profissionais? Como será o ensino de nossas crianças se estas pessoas terão formação inferior por estarem sendo bem menos remuneradas? Se a economia da cidade está ruim, não é culpa de nós professores não, mas sim das más administrações que estiveram atuando em nossa cidade ao longo destes anos e que foram eleitos por maioria da população. Se temos que economizar, então que se pense nos altos sálarios dos acessores, prefeito, funcionários da Câmara, que se economize a energia elétrica na iluminação pública que muitas vezes fica ligada o dia todo sem necessidade e mesmo que seja avisada a Prefeitura, nada é feito e o dinheiro continua sendo gasto a toa. E terceiro, porque será que as pessoas que trabalhavam na Prefeitura, na área da Educação, muitas até entraram com esta nova admistração, já não estão mais lá? Praticamente já não se tem mais pessoas trabalhando nesta área, pois não suportam e não concordam com as teorias de nosso Secretário de Educação; quando se liga para lá pedindo informação leva-se uma semana até que alguém consegue te responder. Nas escolas o clima é de medo, pois as ameaças ou chantagens são constantes. E isto, com certeza a comunidade não sabe ou não se interessa em saber. Vamos pensar a respeito e não apenas apontar a nossa classe como responsável pelo fracasso da economia da cidade.

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  10. Cláudia Oliveira
    10 de novembro de 2009

    Concordo plenamente com as pessoas que aqui manifestam sua indignação em relação ao método utilizado pela administração na extinção arbitrária dos planos de carreira do funcinalismo. Discordo do sr Gilnei – que realmente tem habitado assessorias de mandatos políticos durante a maior parte da sua vida profissional – quando diz que o funcionalismo não pode ser tão considerado por não ser maioria. Não somos maioria mas somos rrabalhadores, sr Gilnei, se é que o senhor ainda compreende o sentido dessa palavra. Não somos maioria mas fazemos essa cidade funcionar e estamos em contato com a sua população todos os dias. Por isso sabemos que nos bairros as pessoas também estão muito insatisfeitas com esse governo. Ficou evidente, nessa eleição, que quem fez a diferença para eleger nosso prefeito foi a populãção menos favorecida e o funcionalismo, num gesto de esperança no sentido de vislumbrar uma vida melhor. E hoje vemos essa parcelas da população sentindo-se absolutamente passada para trás. Talvez numa próxima eleição só nos reste buscar o voto das elites, que para onde as coisas estão se encaminhando. Nisso concordo com o sr Gilnei. Essa administração será julgada. Já podemos antever o veredito.
    Por outro lado, a crítica de pessoas ligadas à administração anterior – como a ex-diretora de escola Silvana que se manifestou anteriormente buscando engrandecer um trabalho na área da educação que na verdade não foi tudo isso – também não podem ser levadas a sério. Vivemos no governo anterior um tempo de muitos eventos e estagnação pedagógica visando resultados numéricos, autoritarismo, perseguições e nenhum debate. Se hoje estamos sem rumo não significa que o passado foi bom. Além disso, Silvana, o projeto que está aí não foi imposto, mas eleito pela maioria da população hamburguense que resolveu dizer \\"basta!\\" para o que aqui era (ou não era) feito antes. Críticas são válidas quando construtivas e não quando refletem o ressentimento da derrota e o inconformismo com as perdas.
    Temos muitos erros, sim, hoje, na educação de Novo Hamburgo, por inexperiência, falta de conhecimento e de competência do secretário de educação que, a bem da verdade \\"não deu pra coisa\\". É notório e amplamente comentado na rede o seu despreparo e a sua condução truculenta e pouco humana das políticas. Mas é possível começar a acertar e isso passa, na minha opinião e na opinião da imensa maioria das pessoas comprometidas com a educação de NH (inclusive militantes do partido do prefeito – que não abandoram o navio, como diz o sr Gilnei, mas sentiram-se impossibilitados de intervir no seu rumo) pela substituição do secretário de educação e pela nomeação de alguém para esse cargo que tenha a necessária clareza e capacidade de agregação, convencimento e trabalho que alavanque esse projeto que é bom e tem tudo para dar certo, mas não tem a direção necessária. E isso se verifica inclusive pela dificuldade desse secretário manter uma equipe até mesmo nos cargos mais elevados como a diretoria de educação, que ainda está acéfala após duas tentativas infrutíferas.
    Por favos, sr prefeito, defenda o projeto de educação que foi eleito para NH. Considere com atenção e carinho a sugestão de troca do secretário de educação, o que será aplaudido pela quase totalidade das pessoas que se preocupam com a educação de NH, pois é necessário reparar a confiança das pessoas nessa secretaria para que comece a acertar e se encontre o rumo da boa educação emtodos os sentidos.

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  11. Marco Antonio Boccasius Johann
    11 de novembro de 2009

    Quando o navio muda sua rota, desviando-se do proposto na sua origem, não há alternativa aos ratos senão abandoná-lo, principalmente quando os “comandantes” aliam-se aos gatos para alcançar o novo objetivo. O cheiro no navio não é de mofo do milho do porão; é, isto sim, cheiro da traição, da covardia, da conveniência e do dinheiro podre. E esse cheiro faz mal aos ratos, diferentemente aos gatos, que o admiram e buscam a qualquer preço, remando em outras direções. Como é bom ser rato e ter a consciência tranquila. Melhor abandonar o navio a abandonar os sonhos e a ideologia, coisa que o PT há muito já admitiu em seus atos e coligações.

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  12. Marco Antonio Boccasius Johann
    11 de novembro de 2009

    “Pularam fora nas primeiras dificuldades”. Que dificuldades são essas? Dificuldade em aceitar aliança com partidos historicamente defensores da exploração e da exculsão. Dificuldade em entender as declarações desastrosas do nosso Presidente. Dificuldade em tolerar o mensalão e outros desvios. Dificuldade em aprovar o assistencialismo alienador ao povo. Dificuldade em entender tantas e tantas atitudes inadmissíveis em qualquer governo que se diz de esquerda, que, para registrar, faltaria tempo e espaço nesse veículo. Realmente, para alguns, não há dificuldade alguma em “adaptar-se” ao poder, vestindo pele de camaleão. Pelo menos os ratos não mudam de cor conforme o ambiente.

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  13. PAULO LOTÁRIO GUIMARÃES
    16 de novembro de 2009

    “PT NUNCA MAIS”. APÓS 300 DIAS A FRENTE DO PODER EXECUTIVO EM NOVO HAMBURGO, O “ET”, “CARA DE LOMBRIGA”, “VERME”, ESTÁ AGRADANDO MUITO O EMPRESARIADO DA CIDADE, PELOS COMENTÁRIOS “POSITIVOS” QUE RECEBERA E QUE FOI NOTICIADO NO JORNAL NH. CONTUDO, É BOM OS TRABALHADORES, QUE SEMPRE LEVAM O FERRO, DEIXAREM DE SER TROUXAS. JÁ NA ELEIÇÃO DO ANO QUE VEM, ACABAR COM O REINADO DO PT, ANTES QUE VIRE UMA DITADURA, TIPO DO ÍDOLO DO LULA, O SR. FIDEL CASTRO E SR. CHAVEZ. A CAMPANHA “PT NUNCA MAIS” DEVERIA SER INICIADA JÁ. É UMA DECEPÇÃO SEGUIDA DE OUTRA. O GOVERNO ARRECADA DA CLASSE MÉDIA PARA “DAR” AOS MAIS NECESSITADOS, LEIA-SE SEUS “AMIGOS” DA BOLÍVIA, PARAGUAI, SUDÃO. QUANDO ESTE PAÍS VAI ENTRAR NA LINHA? QUE SAUDADES DO SR. LEONEL BRIZOLA. POLÍTICOS ASSIM NÃO EXISTEM MAIS LAMENTAVELMENTE.

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  14. nara
    4 de fevereiro de 2013

    VOU DE 13 PRA CONTINUAR ! ATE QUEM FIM UM PREFEITO PRA NOVO HANBURGO BOM QUE PENSA NOS POBRES NA SAUDE , TEM QUE GANHAR . POIS A LORENA SO FALA E NAÕ FAZ NADA ? só sabe criticar se ela fosse fazer alguma coisa na aria da saude nao tava nesse situaçaõ .entao da espaço pra quem fazzzzzzzzzz… 13, de coraçao .

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