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Após briga entre operários, Foxconn fecha fábrica chinesa

Com uma lista de clientes que inclui Apple, Dell, Amazon e Microsoft, a Foxconn possui 1,1 milhão de empregados na China, espalhados em 13 fábricas.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas em uma briga que envolveu cerca de dois mil operários em uma das fábricas mantidas na China pela taiwanesa Foxconn, maior fabricante de eletrônicos do mundo, dentre eles, produtos Apple.

O conflito começou às 23 horas de domingo, dia 23, e só foi controlado por um batalhão de cinco mil policiais às 09 horas da segunda-feira, dia 24, segundo a agência oficial de notícias Xinhua. Com uma lista de clientes que inclui Apple, Dell, Amazon e Microsoft, a Foxconn possui 1,1 milhão de empregados na China, espalhados em 13 fábricas que produzem eletrônicos sob encomenda para grandes marcas globais.

Relatório divulgado em março pela Fair Labor Association apontou uma série de irregularidades trabalhistas nas fábricas do grupo taiwanês na China, algumas das quais chegam a ter 200 mil operários. Entre os abusos, estavam jornadas de trabalho de 60 horas semanais, cumpridas muitas vezes em até 11 dias consecutivos.

A Foxconn informou que os problemas começaram por uma disputa pessoal. Mas algumas pessoas que publicaram mensagens na internet disseram que guardas da fábrica espancaram trabalhadores e que isso causou a briga. A agência oficial de notícias Xinhua citou uma autoridade do governo de Taiyuan que afirmaram que investigadores determinaram inicialmente que a briga começou com o confronto de trabalhadores da província de Shandong com funcionários de Henan.

Antes do conflito de domingo, 23, cerca de 100 trabalhadores da fábrica de Chengdu se envolveram em um tumulto no dormitório da empresa depois de um pequeno grupo de operários ter se desentendido com o proprietário de um restaurante da cidade.

Informações de Estadão

FOTO: reprodução / EFE

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