Novo Hamburgo e São Leopoldo determinam racionamento de água

Baixo nível do Sinos provoca interrupção no abastecimento de seis bairros hamburguenses. Leopoldenses que desperdiçarem água receberão alerta e, se reincidirem, multa.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A situação do Rio dos Sinos trouxe um efeito direto aos moradores de Novo Hamburgo e São Leopoldo. Já na noite de segunda-feira, 28, o abastecimento de água foi interrompido nos bairros hamburguenses Rincão, Liberdade, Industrial, Ideal e em parte do Santo Afonso e do Vila Rosa.

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Nesta terça, 29, entre em vigor o decreto que estabelece o uso racional da água em São Leopoldo, no Vale do Sinos, assinado nesta manhã. “Quem desperdiçar vai receber notificação de alerta”, avisa o prefeito Ary Vanazzi (PT). “Se a gente pegar ele reincidindo sobre o mesmo problema, vai ser multado.” A multa varia de R$ 114,43 a R$ 572,15 e vai na conta da água.

O nível do Sinos, conforme Vanazzi, é “dramática”. A medida foi adotada em 2010, ano em que foram emitidas 185 multas. Desta vez, afirma o prefeito, o número de fiscais é maior.

Em Novo Hamburgo, o racionamento acontece das 22 às 04 horas. A direção da Comusa – Serviços de Água e Esgoto diz que em cada período, são atingidos cerca de 30 mil a 40 mil clientes. Os bairros escolhidos pertencem ao chamado setor 1 – a cidade é dividida em cinco. Mozar Dietrich, diretor geral da autarquia, justifica a decisão, tomada no fim da tarde de segunda, dizendo que este é o setor que dá o retorno mais rápido.

A Prefeitura de Novo Hamburgo e a Comusa divulgam plano de economia de água e conscientização da população nesta terça.

Erramos! Até as 16h29min, os valores das multas estavam incorretos. O texto está corrigido.

Com informações de Correio do Povo

FOTO: Felipe de Oliveira

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2 comentários

  1. Oldoni
    30 de novembro de 2011

    Todos os anos ocorrem os mesmos problemas, pela mesma causa. Já passa da hora de termos efetividade na resolução desses problemas, quem sabe seja a hora de não dependermos mais exclusivamente do Rio dos Sinos. Temos exemplos de diversas outras cidades que captam agua exclusivamente de peços artesianos.

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  2. andré
    2 de dezembro de 2011

    A solução não é explorar ainda mais os nossos recursos naturais sem conscientização. Precisamos de atitude.
    Projetos, tipo captação de água da chuva, deve ter uma sobrinha de nossos impostos vocês não acham.

    Responder

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