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Catedral, museu e agências são depredadas em protesto no centro de Porto Alegre

Participantes protestaram em frente ao Palácio Piratini e alguns integrantes atiraram pedras contra Catedral Metropolitana, quebrando algumas vidraças. Grupo também queimou bandeiras que ficam junto ao Museu Júlio de Castilhos

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Manifestantes encapuzados quebraram, no início da noite desta quinta-feira, dia 26, uma agência do Banco do Brasil e uma do Itaú, no Centro de Porto Alegre. Metade dos ativistas protestou com o rosto coberto com touca ninja.

Sob escolta da Brigada Militar e Batalhão de Choque, o grupo deixou a Prefeitura e, ao passar pelo condomínio onde mora o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, queimou um boneco e parte do tapume que protegia o prédio, na rua Jerônimo Coelho.

Os participantes protestaram em frente ao Palácio Piratini e alguns integrantes atiraram pedras contra a Catedral Metropolitana, quebrando algumas vidraças. O grupo também queimou as bandeiras que ficam junto ao Museu Júlio de Castilhos, na rua Duque de Caxias, além de destruírem vidros do prédio. Na avenida Borges de Medeiros, também foi depredado parte dos vidros da Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE.

O Bloco de Luta pelo Transporte Público convocou o protesto. Segundo a página do grupo na rede social Facebook, o ato é para lembrar os 1.000 dias do governo Tarso Genro, classificado pelo movimento como “um governo de conciliação de classe, que ataca os direitos dos trabalhadores”.

FOTO: reprodução / Agencia RBS

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