Greve geral deve afetar serviços bancários e comércio gaúcho

Conforme for a participação das demais classes, é possível que mais funcionários entrem em greve. Sindilojas de Porto Alegre orientou comerciantes a abrir as portas para recuperar prejuízos de junho.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Na próxima quinta-feira, dia 11, centrais sindicais estão prometendo parar o Brasil com greves e manifestações de várias categorias. Entre as que prometem paralisar as atividades, está a dos funcionários de bancos.

O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região – SindBancários espera grande adesão. Os trabalhadores devem estar nas ruas, junto com as centrais sindicais, que organizam o protesto. O SindBancários estima que muitas agências deverão ficar fechadas.

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No entanto, a Associação dos Bancos no Estado do Rio Grande do Sul – AsBancos não havia manifestado uma posição sobre o assunto até a manhã desta terça-feira, dia 09.

Conforme for a participação das demais classes, é possível que mais funcionários entrem em greve. A Força Sindical-RS informou que entre as reivindicações estão abertura de postos de Saúde 24 horas, transporte de qualidade, segurança para as famílias, fim do fator previdenciário, 40 horas de trabalho sem redução de salários, destinação de 10% do Produto Interno Bruto – PIB para a saúde, outros 10% para a educação, aprovação da  PEC 300 e nova tabela de Imposto de Renda com isenção até R$ 6 mil.

Caminhadas

A partir das 8 horas, quatro caminhadas devem sair de diferentes pontos de concentração em Porto Alegre. Um será no Terminal Cairú, na avenida Farrapos, outro no Terminal Princesa Isabel, na avenida João Pessoa, um terceiro na Estação Rodoviária e o último no Viaduto Obirici, na avenida Assis Brasil.

Apesar da estimativa do sindicato, a orientação dos lojistas é abrir os estabelecimentos na quinta. O Sindicato dos Lojistas do Comércio de Porto Alegre – SindiLojas e a Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL de Porto
Alegre informaram que o funcionamento deve ocorrer para recuperar os prejuízos do mês de junho, causados pela diminuição do movimento de consumidores nas lojas em dias de protestos e dos atos de vandalismo.

Também ocorrerão atos em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Amazonas e Rio Grande do Norte. No Distrito Federal haverá concentração na  catedral e os manifestantes devem seguir em passeata até o Congresso Nacional.

Informações de Correio do Povo

FOTO: reprodução / ZH

 

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