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Presos gaúchos que comandavam rede de prostituição ilegal perto de Belo Monte

Fim de crime organizado só foi possível graças a denúncia de uma adolescente de 16 anos, do Rio Grande do Sul, natural da cidade de Marau.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Um sistema de tráfico de pessoas e exploração sexual organizado por gaúchos foi desarticulado pela Polícia Civil do Pará. Ao menos 18 vítimas foram resgatadas na operação que ocorreu na última quinta-feira, dia 14. Do total, cinco pessoas eram mantidas em cárcere privado em Vitória do Xingu, na região oeste do estado.

O delito foi denunciado por uma gaúcha, vítima do crime, que fugiu esta semana da casa de prostituição no Pará. A jovem informou para a conselheira tutelar Lucenilda Lima que um sujeito a levou para uma boate prometendo que ela ganharia R$ 14 mil por semana.

A vítima contou que era ameaçada pelo dono do local, um gaúcho, e que ela e outras pessoas eram vigiadas por capangas. Ainda, as vítimas não recebiam alimentação e precisavam pagar dívidas e despesas da viagem até o Pará. Os trabalhadores da obra de Belo Monte seriam os principais clientes. A adolescente conseguiu fugir, graças a uma carona que pegou até Altamira, onde denunciou o crime. O dono do estabelecimento não foi encontrado.

No local, foram presos em flagrante dois gaúchos, um de 33 anos, natural de Cruz Alta, e outro de 20, nascido em Nova Roma do Sul. De acordo com a Polícia Civil, eles seriam responsáveis pela gerência da boate, sendo que um atuava como gerente e o outro como garçom.

Informações de Correio do Povo

FOTO: reprodução / leleto.com.br

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