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Ministério mais afetado por corte de R$ 55 bilhões no Orçamento da União é o da Saúde

Equipe econômica do governo acredita que será possível economizar quantia equivalente a R$ 139,8 bilhões ao longo de 2012, dinheiro que deverá ajudar a reduzir a dívida pública.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O governo anunciou nesta quarta-feira, dia 15, que o corte no Orçamento Geral da União de 2012 será R$ 55 bilhões. Desse total, a maior parte, R$ 35 bilhões, virá da redução das despesas discricionárias, ou seja, não obrigatórias.

Segundo os dados divulgados, o ministério que mais sofreu com o bloqueio de recursos foi o da Saúde, cujo corte totalizou R$ 5,47 bilhões em relação aos valores aprovados pelo Congresso Nacional.

Com o corte nas despesas, a equipe econômica acredita que será possível economizar, ao longo de 2012, quantia equivalente a R$ 139,8 bilhões, dinheiro que servirá para ajudar a reduzir a dívida pública. Com a redução da estimativa das chamadas despesas obrigatórias, serão economizados mais R$ 20,5 bilhões. Foram revisadas as projeções de gastos com benefícios previdenciários, assistência social, subsídios e complementações para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.

Segundo os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Míriam Belchior (ambos na foto), com essa economia será possível assegurar a manutenção da queda dos juros, estimulando um crescimento da economia de 4,5%. Durante apresentação dos números, os ministros se empenharam para garantir que investimentos prioritários para o governo, como as obras do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e do Minha Casa Minha Vida – MCMV e programas sociais serão preservados.

“Nosso objetivo é garantir o crescimento econômico do país de 4,5% em 2012, apesar das dificuldades no cenário internacional”, afirmou Mantega. “Essa proposta dá continuidade a consolidação fiscal, que é diferente do ajuste fiscal de vários países europeus que cortam tudo: investimentos, tiram direitos dos trabalhadores e, no final, o resultado é recessão. Não é isso que estamos fazendo no Brasil”, completou.

CORTES – O Ministério das Cidades, que comanda o programa de construção de casas populares do MCMV, sofreu um corte de R$ 3,3 bilhões na verba prevista. O mesmo aconteceu com o Ministérios dos Transportes, que é responsável por grandes obras do PAC e perdeu R$ 1,9 bilhão. Além disso, a área de Educação ficou sem R$ 1,94 bilhão para gastos este ano.

Informações de Folha.com

FOTO: Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr

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2 comentários

  1. josesilva
    15 de fevereiro de 2012

    dinheiro p/estase politico que é a copa,por trinta dias o elefanter branco custará o que o povo nao tem, e o governo financia esta porcaria ao envez de gastar c/educação e saúde, os demais ficarão resolvidos.

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  2. jair
    15 de fevereiro de 2012

    Não são medidas inteligentes, cortar investimentos ou gastos com a saúde e educação e dar tiro no proprio pé.O que o governo precisa e reduzir o numero de ministerios,reduzir a base de despesas desnecessarias com funcionarios ociosos, pois o partido do Lula conhecido como PT contrata um mundão de gente para trabalhar para eles a custa do povo, e preciso acabar com esse elefante de despesas desnecessarias.Os o governo da Dilma começa a entrar na contra mão,votei no Lula e na Dilma, mas a minha decepção e cada vez maior, e logo iremos ver o declinio desses desajustados que infelizmente estão prejudicando seriamente o nosso país.

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