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Setores de serviços e de construção civil se destacam em agosto

Contratações do setor de serviços representaram 42% do total; já o de construção civil abriu 40 mil vagas e cresce o dobro da média nacional.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quinta-feira, dia 16, mostram que o setor de serviços voltou a se destacar em agosto, quando abriu 128.232 postos formais de trabalho.

Esse foi o setor da economia que mais contratou no mês passado, representando 42% de todas as contratações feitas (299.415). Além disso, o setor já vinha liderando a criação de empregos formais até julho.

“Normalmente, o Brasil tem um setor de serviços forte. Esse período do ano é mais forte ainda, por causa das festas de fim de ano. O setor começa a se organizar, e cresce o emprego em toda área de hotelaria e de restaurantes. E já tem muitos investimentos sendo preparados para Olimpíadas e Copa do Mundo”, disse o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.

Ele destacou, porém, o forte crescimento que vem sendo registrado no setor de construção civil. Em agosto, o setor abriu 40 mil vagas, de acordo com dados do governo. De acordo com Lupi, isso representa o sétimo mês consecutivo de recorde. “A construção civil cresce o dobro da média nacional”, observou Lupi.

A indústria de transformação, por sua vez, foi responsável pela abertura de 70,3 mil postos de emprego com carteira assinada em agosto, enquanto que o comércio abriu 65 mil empregos com carteira assinada no período. Em contrapartida, a agropecuária fechou 11,25 mil vagas no mês passado. “Na agricultura, tem um período sazonal do ano que tem aquela queda esperada. É a baixa safra e fecham-se contratos temporários”, explicou Lupi.

No acumulado de janeiro a agosto de 2010, o setor de serviços também foi o que mais contratou, com a abertura de 679 mil postos formais. Em segundo lugar, aparece a indústria de transformação (506 mil vagas), seguida pela construção civil (308 mil postos formais) e pelo comércio (237 mil postos) e pela agropecuária (171 mil vagas).

Informações de portal G1

FOTO: ilustrativa / GettyImages

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