Caixa já emprestou R$ 24 bilhões este ano para compra da casa própria

Porto Alegre inicia nesta sexta-feira, dia 21 de maio, o Feirão Caixa da Casa Própria, que inclui o programa “Minha Casa, Minha Vida”; a expectativa é emprestar R$57 bilhões.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A Caixa Econômica Federal – CEF emprestou R$ 24,2 bilhões para a compra da casa própria, neste ano, até o dia 18 de maio, informou o vice-presidente de Atendimento do banco, Carlos Borges.

Esse volume supera o que foi emprestado em todo o ano de 2008 (R$ 23,3 bilhões).  Em 2009, o banco alcançou o recorde de R$ 47,05 bilhões de crédito habitacional.

A expectativa é de emprestar de R$ 57 bilhões a R$ 60 bilhões para a compra de imóveis neste ano, disse Borges à Agência Brasil, na abertura do Feirão da Casa Própria, nesta sexta-feira, dia 21 de maio, em Brasília. O evento na capital federal vai até domingo, dia 23.

“Minha Casa, Minha Vida”

De acordo com Carlos Borges, o programa “Minha Casa, Minha Vida” tem impulsionado a oferta de crédito pela Caixa. Desse total emprestado até 18 de maio, R$ 15 bilhões estão enquadrados no programa. “O programa tem sido a grande força motriz do crédito imobiliário”, afirmou.

Nos feirões da Caixa, dos 450 mil imóveis ofertados, 200 mil estão enquadrados no programa, para famílias com renda superior a três salários mínimos.

Nas cidades de Belém, Fortaleza, São Paulo, Salvador e Curitiba, onde já ocorreu o evento, foram negociados cerca de R$ 3,8 bilhões, contra R$ 4,8 bilhões registrados em todos os feirões no ano passado.

Onde Começa o Feirão

Além de Brasília, as cidades de Uberlândia (MG), Campinas (SP), Florianópolis, Recife e Porto Alegre também abrem o feirão nesta sexta-feira, dia 21 de maio. No Rio de Janeiro, o evento começou nesta quinta-feira, dia 20, e também vai até domingo. Belo Horizonte é a última receber o feirão, entre os dias 11 e 13 de junho.

“Além dos feirões de caráter nacional, temos 41 feiras médias. Existe uma mobilização nacional para possibilitar o acesso à moradia, principalmente às pessoas que estão na faixa de até três salários mínimos, onde se concentram 90% do déficit habitacional do país, de cerca de seis milhões de unidades habitacionais”, acrescentou Borges.

Informações de Agência Brasil.

FOTO: reprodução

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