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Jornalismo brasileiro de luto: Aos 83 anos, Armando Nogueira morre vítima de câncer

Jornalista e comentarista esportivo faleceu por volta das 7 horas da manhã desta segunda-feira na Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro. Lutava contra a doença desde 2007.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O jornalismo brasileiro está de luto. Quem gosta de esporte, então, começa a semana com tristeza ainda maior.

Morreu na manhã desta segunda-feira, dia 29, o ex-diretor da Central Globo de Jornalismo e comentarista esportivo Armando Nogueira, aos 83 anos. Foi por volta das 7 horas em seu apartamento na Lagoa, Zona Sul do Rio de Janeiro, vítima de câncer no cérebro. Sofria desde 2007, quando descobriu a doença.

O velório ocorre no salão Armando Nogueira, no Estádio Maracanã, e o enterro está marcado para o meio-dia desta terça, dia 30, no cemitério São João Batista, em Botafogo, também na Zona Sul do Rio.

HOMENAGENS – Vários jornalistas e ex-colegas começaram a manifestar suas condolências logo após saberem da notícia. “Foi sem dúvida um dos mais brilhantes jornalistas esportivos do Brasil em todos os tempos. Está naquela galeria que tem Nelson Rodrigues, por exemplo”, diz o gaúcho Rui Carlos Ostermann, que trabalhou com Nogueira na Rede Globo.

Biografia

Armando Nogueira nasceu no Acre e foi para o Rio de Janeiro com 17 anos, onde se formou em direito. A carreira de jornalista começou em 1950, no jornal Diário Carioca. Foi repórter, redator e colunista.

Ao longo dos 60 anos de carreira, passou também pela Revista Manchete, O Cruzeiro e Jornal do Brasil. Trabalhou ainda na Rede Bandeirantes, e atualmente estava no SportTV, onde apresentava o programa Papo Com Armando Nogueira. Na rádio CBN participava do CBN Brasil.

Escreveu textos para o filme Pelé Eterno (2004) e é autor de dez livros: Drama e Glória dos Bicampeões (em parceria com Araújo Neto); Na Grande Área; Bola na Rede; O Homem e a Bola; Bola de Cristal; O Vôo das Gazelas; A Copa que Ninguém Viu e a que Não Queremos Lembrar (em parceria com Jô Soares e Roberto Muylaert), O Canto dos Meus Amores; A Chama que não se Apaga, e A Ginga e o Jogo.

JORNAL NACIONAL – Nogueira era diretor da Central Globo de Jornalismo quando da criação do Jornal Nacional, em 1969. O atual editor-chefe do telejornal diz que aprendeu com ele o ofício. “Era um gigante do telejornalismo”, define William Bonner.

Com informações do Portal G1 e rádio Gaúcha

FOTO: reprodução / GloboEsporte.com

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Um comentário

  1. JORGE
    29 de março de 2010

    Armando Nogueira, … bem ele era um enorme, gigante, grande. É, gente, fica difícil mesmo definir um ícone do jornalismo esportivo, não se encontram palavras adequadas para encaixar um dos maiores do mundo na arte de difundir o esporte das multidões. Vai em paz, Armando,o céu é teu limite.

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