Moradores de Canudos recebem o projeto Justiça Comunitária

Agentes comunitários são responsáveis pela prevenção dos problemas de convivência entre os moradores por meio de diálogos.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O bairro Canudos já conta com o projeto Justiça Comunitária. A ideia, que começou no bairro Santo Afonso, junto ao Território da paz, estimula a população a escolher caminhos e administrar divergências de forma pacífica e solidária.

Para o funcionamento do projeto, que já está funcionando em uma sede na rua Silvio Gilberto Christmann, n° 1212, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania – Pronasci, conta com a participação dos moradores. Os agentes de Justiça Comunitária são responsáveis pela prevenção dos problemas de convivência entre os moradores, por meio do diálogo entre as partes.

Para poder participar, basta ser maior de idade. “O ideal seriam pessoas que já estejam incluídas ativamente na comunidade, de forma que seu acesso para resolução dos problemas seja mais fácil e melhor aceito”, explicou a assistente social do núcleo de Justiça Comunitária de Canudos, Adriani Faria.

Ao todo, serão escolhidos 20 agentes, que passarão por capacitação antes de atuar. Além disso, eles serão instruídos por oficinas de atualização e palestras sobre direitos humanos ao longo dos serviços de mediação.

Confira os princípios do projeto:

– Educação para os direitos: o agente comunitário leva à comunidade conhecimentos sobre direitos e como utilizá-los de forma cidadã, informando também suas obrigações

– Mediação comunitária de conflitos: é uma maneira das pessoas resolverem voluntariamente seus problemas por meio do diálogo. Nesse processo, o agente comunitário é o mediador da situação. Apesar de não ter poder de decisão, ele fará com que ambas as partes conversem e encontrem uma solução para o conflito

– Animação de redes sociais: a assistente social do núcleo da Justiça Comunitária se responsabiliza pela integração entre as redes sociais da localidade, mostrando que todos são iguais, independente de seus costumes

Informações de Imprensa PMNH

FOTO: Luís Francisco Caselani / PMNH

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