Volume anormal de chuvas causa transtornos em obras

Há mais de 20 anos não chovia tanto em Novo Hamburgo. Obras da Comusa, da AES Sul, da Sulgás e da Trensurb são afetadas.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O voluma de chuvas registrado no mês de julho na região de Novo Hamburgo chegou a 295,5 milímetros, um aumento de 93% em relação à média histórica do mês, segundo dados da MetSul Meteorologia.

Choveu no município em pelo menos 12 dias de julho e nos dois primeiros dias de agosto. Há mais de 20 anos não chovia tanto na cidade. Entre os transtornos causados está a interrupção de obras, com as da Comusa – Serviços de Água e Esgoto, uma das mais afetadas.

Até agora, dois dos 15 quilômetros da obra de tratamento de esgoto da cidade foram concluídos. As escavações que são feitas ao longo do arroio Luiz Rau para dar prosseguimento à obra têm o ritmo diminuído pelo volume de chuvas. “As precipitações foram constantes no mês de julho e o nível alto da água do arroio também dificulta as escavações, pois inunda seguidamente as valas e impede os trabalhos”, explica o diretor geral da autarquia, Mozar Dietrich.

O reparo das vias do município também está prejudicado. Conforme o secretário de Obras Públicas e Serviços Urbanos, Luiz Fernando Farias, as precipitações incessantes fazem com que a usina de asfalto fique parada. “Isso faz com que não possamos tapar os buracos que já existem e ao mesmo tempo novos surgem com as tormentas”, enfatiza. Farias afirma que são necessários de 10 a 15 dias seguidos de tempo seco para que a prefeitura consiga colocar em dia os reparos nas avenidas e ruas da cidade.

Danos nas ruas não podem

ser reparados com clima úmido

As chuvas também atrapalham obras de outras empresas. A AES Sul trabalha na colocação de postes de alta tensão na avenida Sete de Setembro e na rua Guia Lopes. A Sulgás está instalando tubulações ao longo da avenida Victor Hugo Kunz. E há as obras de extensão da linha da Trensurb pelas avenidas Primeiro de Março e Nações Unidas.

“Todas sofrem com as precipitações e também provocam danos nas ruas, sendo que os reparos não podem ser feitos enquanto o clima úmido permanecer”, relata Farias.

Informações de Imprensa da PMNH

FOTO: divulgação / Renata Arteiro

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