Novo reservatório da Comusa será entregue em 90 dias

Investimento deve aumentar em 10% a capacidade de reserva de água tratada, beneficiando 14 bairros e aliviando sistema em horários de pico.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A Comusa – Serviços de Água e Esgotos de Novo Hamburgo entregará o novo reservatório, chamado de Petry II, no bairro Rondônia, em 90 dias.

A novidade busca uma melhoria no sistema de abastecimento de água à população e terá capacidade de armazenar dois milhões de litros de água. Com investimento superior a R$ 1,2 milhão, a obra, iniciada no final do ano passado, aumentará em 10% a capacidade de reserva de água tratada.

“A nova unidade trará maior poder de armazenagem para a Comusa, o que deixa o sistema de abastecimento mais seguro, especialmente em horários de alto consumo”, ressalta o diretor geral da autarquia, Mozar Dietrich.

A obra vai beneficiar 14 bairros: Rondônia, Ouro Branco, Pátria Nova, Boa Vista, Mauá, Hamburgo Velho, Operário, Centro, Guarani, Vila Nova, São José, São Jorge, Diehl e Canudos. Atualmente, são 21 reservatórios espalhados na cidade, que armazenam 23 milhões de litros de água tratada. Os recursos do empreendimento são da Fundação Nacional da Saúde – Funasa, com contrapartida de 10% do município.

PROJETOS – Além disso, está prevista para este ano a construção de mais um reservatório, este com capacidade de armazenar três milhões de litros de água. O investimento, de mais de R$ 2 milhões, também será no bairro Rondônia. Quando as obras forem concluídas, a Comusa ampliará a reserva de água em 23%, beneficiando toda população.

Outro investimento, cujo contrato de R$ 26 milhões já foi assinado com a Caixa Econômica Federal, aumenta em 30% a capacidade de captação, adução, tratamento e distribuição de água no município. Com a obra, que inclui a ampliação da Estação de Tratamento – ETA da Comusa, o volume de água tratada subirá de 700 para 950 litros por segundo.

Melhoria em caso

de interrupção

Dietrich reconhece que o volume de água captado hoje é suficiente para abastecer toda a cidade, mas sem nenhuma folga. Se o trabalho for interrompido por quatro horas, metade da cidade fica sem água.

“Estamos trabalhando no limite da estrutura e dos recursos humanos que dispomos. Por isso, estamos investindo na ampliação do sistema, criando condições para que o sistema e o pessoal possam descansar”, justifica.

Informações de Comunicação Comusa

FOTO: divulgação / Comusa

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