Rios dos Sinos: Prefeitura de Novo Hamburgo auxilia investigação sobre nova mortandade de peixes

Suspeita-se que cardumes de Campo Bom desciam o rio em busca de sobrevivência e que as mortes podem ter sido causadas por produtos químicos utilizados em atividade agrícola.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A Secretaria de Meio Ambiente – SEMAM de Novo Hamburgo passou a quarta-feira, dia 1º, investigando as causas da nova mortandade de peixes no Rio dos Sinos.

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A iniciativa foi tomada em função do recebimento de uma denúncia de um morador, relatando que animais agonizavam em uma área próxima a divisa da cidade de São Leopoldo. Imediatamente, biólogos e agentes da secretaria se deslocaram até o local.

Juntamente com membros da Secretaria de Meio Ambiente de São Leopoldo – SEMMA, parte da equipe recolheu amostras nas margens do rio, enquanto o restante do grupo percorreu cerca de 10 quilômetros do curso d’água. Durante o trabalho foi registrada baixa taxa de oxigenação nas águas do Rio dos Sinos, o que gerou sofrimento e a morte de centenas de peixes.

Foi constatado que animais estavam na mesma situação na cidade de Campo Bom, levando à hipótese de que os cardumes estavam descendo o rio em busca da sobrevivência. Acredita-se também que a mortandade tenha sido originada por produtos químicos utilizados em atividade agrícola, já que em Campo Bom não há atividade industrial.

MUDANÇA – Por conta disso, assumiram os trabalhos de busca das causas a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do RS – DEMA e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM.

A SEMAM segue com o monitoramento das atividades em Novo Hamburgo e com as análises dos peixes coletados no Rio dos Sinos. Segundo o secretário de Meio Ambiente de Novo Hamburgo, Ubiratan Hack, neste momento os municípios devem trabalhar de forma integrada para solucionar problemas como este e minimizar os danos sofridos.

“O impacto deste incidente só não foi maior porque o volume do rio está bom. Em uma situação de seca, teríamos assistido a uma tragédia ambiental”, afirma.

Informações de Imprensa da PMNH

FOTO: divulgação / Gustavo Henemann

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