Bancários iniciam greve por tempo indeterminado

Paralisação em Novo Hamburgo envolve agências Canudos e Vale do Sinos, da Caixa, mas deve contar com a adesão de outras a partir da próxima quinta-feira; decisão será tomada no final desta tarde.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Os bancários de todas as instituições financeiras de Porto Alegre aprovaram em assembléia geral, realizada na terça-feira, dia 28, no Clube do Comércio da Capital, o início da greve da categoria.

A paralisação começou a meia-noite desta quarta-feira, 29, e a classe volta a se reunir a partir das 16h para avaliar e preparar os próximos passos do movimento. Além de Porto Alegre, sindicatos dos bancários de todo o Brasil também realizaram assembléias para deliberar sobre o início da greve.

Este é o sétimo ano consecutivo que os bancários fazem greve por aumento de salários. Em 2009, a paralisação foi de 15 dias. São 460 mil bancários no Brasil, dos quais 130 mil na base de São Paulo, Osasco e Região.

Em Novo Hamburgo, estão paradas nesta quarta-feira, 29, as agências Canudos e Vale do Sinos da Caixa. Segundo o diretor de comunicação do Sindicato dos Bancários de Novo Hamburgo e Região, Joey de Farias, o início tímido é normal.

“A greve começa nos grandes centros, e as agências vão aderindo aos poucos, quando se sentem seguras de que não estão sozinhas.” Farias informou ao Portal novohamburgo.org que há possibilidade de que outros bancos da cidade fechem na quinta-feira, 30, e que isto será definido ainda nesta quarta-feira, em reunião no final da tarde.

REIVINDICAÇÕES – A categoria reivindica reajuste de 11%. A Federação Nacional dos Bancos – Fenaban oferece aumento de 4,29% (equivalente a reposição da inflação). A regra para a Participação nos Lucros e Resultados – PLR será a mesma do ano passado, ou seja, 90% do salário mais um valor fixo de R$ 1.024.

Entretanto, os trabalhadores querem 5% de aumento real, além da reposição da inflação de 4,29%, que compõem o índice de reajuste salarial de 11%. Pedem ainda prêmio de PLR equivalente a três salários mais R$ 4 mil e o fim das metas abusivas e do assédio moral, entre outras reivindicações.
Informações de Jornal do Comércio

FOTO: reprodução / Sindbancários

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