Seqüestro termina com assassinato seguido de suicídio em Guaíba

Cleomar Antônio da Silva manteve ex-mulher Luciana Rodrigues de Souza em cárcere por 16 horas antes de matá-la e se suicidar.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Após mais de 16 horas, policiais da Brigada Militar invadiram a casa de uma mulher que era mantida em cárcere privado pelo ex-companheiro em Guaíba. Era tarde demais.

Segundo a polícia, três disparos foram escutados antes da invasão. O desempregado Cleomar Antônio da Silva, de 36 anos, teria atirado pelo menos duas vezes contra a ex-companheira, a balconista Luciana Rodrigues de Souza, 28, e, em seguida, contra si mesmo. Os dois morreram a caminho do hospital.

Desde o início da manhã, a persistência do homem preocupava a BM. O seqüestrador não demonstrava cansaço e as conversações com os negociadores não evoluíam. Segundo o major Francisco Vieira, que participou das negociações, a equipe do Grupo de Ações Táticas Especiais – Gate entrou na casa no momento do terceiro disparo e encontrou a vítima e o seqüestrador caídos.

“Ele [Silva] fez uma barricada com uma geladeira na porta de ferro. Os policiais demoraram três ou quatro segundos para entrar”, conta o major. O caso era delicado porque Silva foi acusado pela irmã da ex-companheira de estuprar a enteada, filha de Luciana, de 13 anos. Além disso, ele tinha passagem pela polícia e já havia sido preso.

Informações de ZeroHora.com

FOTO: reprodução / Correio do Povo

Compartilhar

Menina relata em carta estupros sofridos com consentimento da mãe

Avançar »

Caso Bruno: Jogador chora e afirma ser inocente

5 comentários

  1. Nevile
    20 de junho de 2011

    O Brasil tem dois problemas graves.
    1 – A polícia, mesmo que se esforce em prender bandidos, vê frustrada sua intenção de tirar de circulação essas feras já que, mesmo sendo presos em flagrante, qualquer juiz manda soltar e no dia seguinte essa gente está praticando seus crimes novamente e vão continuar impunes;
    2 – As mulheres também tem culpa com que lhes acontece em matéria de violência. Olhem os bailes funk, olhem o Carnaval, elas fazem até apostas de quem beija mais. Daí para a concepção é um paço. Juntam-se com qualquer um desconhecido. Depois…, Bom, depois, apanham e até são assassinadas.
    Como controlar isso?
    Claro que é impossível. Não há governo, pais, igrejas etc., capaz de modificar essa situação. Isso tem que ser feito pelas próprias pessoas, sem culpar ninguém. A culpa é só delas.

    Responder
  2. Mônica
    20 de junho de 2011

    Antes disso tudo ocorrer o culpado já dava sinais de que iria cometer essa tragédia: perseguindo a vítima.

    As autoridades/justiça deveriam tomar AÇÕES PREVENTIVAS para se evitar outras tragédias em pessoas que ñ se conformam com a separação, pois agora nem remediar será possível.

    Responder
  3. Luiz
    20 de junho de 2011

    Mais uma vez esperar foi fatal.a policia tem que agir qdo tem alguem em perigo

    Responder
  4. 20 de junho de 2011

    Eu sempre parabenizo o serviço da policia mas dessa vez falto serviço nas primeiras horas.
    É sempre assim eles esperam acontecer o pior pra mostrarem serviço..

    Responder
  5. valdoir
    20 de junho de 2011

    Parce conto de cinema, mais uma vez a espera por se entregar nao deixou a pulicia ajir antes desta desgraça

    Responder

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Blue Captcha Image
Atualizar

*