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Vendas de carros fecham com 340,7 mil unidades em junho

Resultados refletem o desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, determinado pelo governo federal.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

As vendas de carros subiram 24,18% em junho na comparação com maio, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave nesta terça-feira, dia 03.

Segundo a entidade, este é o melhor mês de junho da história do setor automobilístico. Os resultados refletem o desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, determinado pelo governo federal no último dia 21. A redução do imposto valerá até 31 de agosto.

Em junho foram emplacados 340.706 automóveis e comerciais leves, alvos da medida, contra 274.368 em maio. Sobre o mesmo período do ano anterior, que teve 286.912 unidades vendidas, a alta em junho foi de 18,75%. No acumulado do ano, as vendas de carros chegaram a 1.632.483 unidades, número 0,33% inferior a 2011, quando foram alcançados 1.637.899 carros no mesmo período.

Considerando também ônibus e caminhões, as vendas totais de veículos subiram 22,8% sobre maio. Foram emplacados 356.201 veículos contra 287.471 no mês anterior. De janeiro a maio, houve queda de 1,17% no acumulado, passando de 1.737.099, em 2011, para 1.716.714, em 2012.

O setor de motos, que é computado a parte dos veículos, também continua em queda. Em junho, a Fenabrave registrou 123.966 unidades emplacadas, queda 17,2% em relação a maio, quando foram 149.885 motos. No acumulado, a baixa é de 7,5%, com 848.623 unidades em 2012, contra 918.208 em 2011.

A média de vendas diárias de carros também subiu em junho para 18.000, contra 13,5 mil em maio. Os estoques de automóveis, cujo aumento preocupava o setor e contribuiu para que o governo baixasse o IPI, ficaram na média dos 27 dias.

Mudanças nas vendas

A Fenabrave reviu as projeções de vendas para o ano e agora espera uma queda de 1,47 % no lugar do crescimento de 3,45% projetado anteriormente para veículos, considerando motos. Nos segmentos, os únicos a manter expectativa de alta são automóveis (0,55) e ônibus (16,85).

Para a Fenabrave, nem uma possível prorrogação do IPI em agosto levaria a mudança do cenário em relação a 2011. No entanto, a federação observa melhorias em alguns aspectos que pesaram na desaceleração das vendas no primeiro semestre. O problema continua com relação a carros usados e motos.

Para caminhões, a projeção é de “crescimento simbólico”, considerando que em 2011 houve antecipação de vendas em virtude da obrigação, desde janeiro deste ano, de que as montadoras fabriquem motores no padrão Euro 5, menos poluente, e não mais no Euro 3.

Informações de Auto Esporte

FOTO: ilustrativa / ararasmais

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