Vendas no varejo recuam após nove meses de taxas positivas

Registraram crescimento quanto ao volume de vendas tecidos, vestuário e calçados; artigos de uso pessoal e doméstico e combustíveis e lubrificantes.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro caiu 0,4% em fevereiro, na comparação mensal, com ajuste sazonal, após nove meses seguidos de taxas positivas. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, divulgada nesta terça-feira, dia 12.

No mesmo período, a receita nominal ficou estável. As vendas no acumulado no ano registraram alta de 8,2% e, nos últimos 12 meses, de 10,4%. Já a receita nominal tem alta de 13,2% no acumulado no ano e de 14,4%, em 12 meses.

Das dez atividades pesquisadas pelo instituto, três registraram taxas positivas quanto ao volume de vendas: tecidos, vestuário e calçados (1,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%); e combustíveis e lubrificantes (0,1%).

Na outra ponta, apresentaram resultados negativos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%); veículos e motos, partes e peças (-1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,4%); material de construção (-1,5%); móveis e eletrodomésticos (-2,8%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,1%); e livros, jornais, revistas e papelaria (-4,7%).

CRESCIMENTO – Na comparação anual, todas as atividades analisadas apontaram crescimento. A maior alta foi registrada pelo ramo de móveis e eletrodomésticos, com aumento de 20,5%. Segundo o IBGE, esse resultado reflete as condições favoráveis de crédito, a manutenção do crescimento do emprego e do rendimento e a estabilidade de preços. Em seguida, exercendo a segunda principal contribuição para o índice geral, aparece o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, 2,3%.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico subiram 12,2%; tecidos, vestuário e calçados, 13,6%; combustíveis e lubrificantes, 7,3%; artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, 10,4%; equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, 14,6%; e livros, jornais, revistas e papelaria, 13,9%.

Informações de portal G1

FOTO: ilustrativa / vilacompras

Compartilhar

Porto Alegre é a única capital pesquisada a registrar queda no IPC-S

Avançar »

Índice Geral de Preços desacelera em abril, demonstra FGV

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Blue Captcha Image
Atualizar

*