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Indicador de dívidas dos estados com a União perde força

Anteriormente usado para reajustar a tarifa de telefone, o IGP-DI subiu apenas 1,03% em outubro, visto que em setembro o crescimento foi de 1,10%.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna – IGP-DI perdeu força em outubro. É o que mostrou nesta quarta-feira, dia 10, a Fundação Getúlio Vargas – FGV ao divulgar o indicador, que subiu 1,03% no mês passado.

Em setembro, o índice avançou 1,10%. Embora não seja mais usada para reajustar a tarifa de telefone, a taxa acumulada do IGP-DI ainda é usada como indexadora das dívidas dos estados com a União. Com o resultado divulgado nesta quarta-feira, o indicador acumula altas de 9,16% no ano e de 9,11% em 12 meses.

No caso dos três indicadores que compõem o IGP-DI de outubro, o  Índice de Preços ao Produtor Amplo – IPA-DI subiu 1,32% no mês passado, após registrar alta de 1,47% em setembro.

Ao comentar o cenário da inflação atacadista no mês de outubro, a FGV também revelou a análise de preços por produtos. As mais expressivas altas de preço foram registradas em soja em grão (5,56%), bovinos (4,57%) e feijão em grão (20,64%). Já as mais significativas quedas de preço no atacado em outubro foram registradas nos preços de minério de ferro (-5,04%), banana (-6,40%) e ovos (-3,43%).

VAREJO – Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor – IPC-DI mostrou taxa positiva de 0,59% no mês passado – resultado acima do apurado em setembro pelo indicador, quando subiu 0,46%.

Na análise feita pela FGV entre os produtos do varejo pesquisados para cálculo do índice, as altas de preço mais expressivas em outubro foram registradas em feijão carioquinha (20,28%), batata-inglesa (13,73%) e álcool combustível (7,01%). As mais expressivas quedas de preço foram apuradas em mamão da Amazônia – papaya (-15,32%), manga (-21,57%) e banana prata (-9,89%).

CONSTRUÇÃO – Já o avanço de preços medido pelo Índice Nacional de Custo da Construção – INCC-DI perdeu força, e apresentou elevação de 0,20% em outubro, em comparação com a taxa positiva de 0,21% em setembro.

A FGV também informou que, entre os produtos pesquisados para cálculo da inflação da construção civil, as altas de preço mais expressivas em outubro foram registradas condutores elétricos (4,67%), tijolo/telha cerâmica (1,10%) e massa de concreto (0,73%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em vergalhões e arames de aço ao carbono (-2,98%), tubos e conexões de PVC ( -0,18%), e tubos e conexões de ferro e aço (-0,12%).

Informações de Estadão

FOTO: ilustrativa / jblog.com.br

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