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Grupo “Pensando a saúde pública de Novo Hamburgo”

Grupo de voluntários retoma atividades e doa equipamentos ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu. Plácido Crescente segue na coordenação até 2011.

Felipe de Oliveira felipe@novohamburgo.org

O ano começou para o Pensando Novo Hamburgo com pouco tempo para pensar. Teve ação na retomada dos trabalhos, quarta-feira, dia 10.

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Site oficial: Pensando Novo Hamburgo

Na primeira reunião-almoço de 2010, o grupo de voluntários entregou equipamentos ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu. São seis macas rígidas e três coletes estabilizadores que devem garantir atendimento completo às ocorrências no município. Quem garante é o coordenador-médico do sistema, Paulo Roberto Agostini.

Tradicionais parceiros do grupo marcaram presença no encontro quinzenal, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas – CDL-NH, e aprovaram uma mudança no estatuto por unanimidade. O mandato da diretoria agora é de dois anos. Portanto, Plácido Crescente segue na coordenação até o final de 2011. “Gostaria de agradecer a confiança de todos e dizer que conto com o apoio dos nossos parceiros.”

PLANOS – Durante o ano, o Pensando Novo Hamburgo vai estreitar a relação com a Prefeitura para revitalização de praças públicas. Pelo menos é o que pretende o coordenador. Plácido Crescente reafirma o compromisso em contribuir com o embelezamento da cidade. Seguem ativos os projetos Novo Hamburgo Limpeza e Novo Hamburgo Beleza. Na próxima reunião o grupo hamburguense comemora sete anos de atuação.

Salvando vidas

Paulo Roberto Agostini (foto) comemorou o recebimento dos novos equipamentos ao apresentar o trabalho da Samu.

As novas macas e os coletes serão postos à disposição do serviço imediatamente para que o material mais antigo seja reformado. Atualmente, são 13 conjuntos em funcionamento.

Conforme Agostini, em média, de 22 a 25 ocorrências são atendidas em Novo Hamburgo por dia, “60% delas envolvem traumas”. Reside aí a importância do material doado. “Todo o traumatizado é um potencial lesado cervical”, explica o médico. “Tanto na escola dos Estados Unidos, quanto da Europa, a recomendação é que o atendimento completo seja realizado a partir de macas rígidas e coletes imobilizadores.”

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência atua em Novo Hamburgo há cinco anos. Nos últimos dois, Paulo Agostini é coordenador. Lembra que, nesse período, as ocorrências com motociclistas – as mais perigosas – somam 70% do total. Evitar lesões na coluna é sempre o desafio dos médicos. “Esse tema está na moda com a novela das oito (Viver a Vida). Uma das personagens (Luciana) se recupera justamente de uma lesão cervical.”

DOADORES – Ao contar como o Pensando Novo Hamburgo arrecadou os recursos necessários para a compra dos equipamentos, Plácido Crescente revela que foi “por acaso”. Ou melhor, nem tanto. “Decidimos ajudar a Samu. Um dia eu falava ao telefone e um colega de trabalho ouviu. Decidiu ajudar. Depois, conseguimos o restante com nossos parceiros.”

Doaram recursos para a aquisição as empresas Automação e Agropecuária do Vale, além das pessoas físicas Jorge Koch e Felipe Lino Lentz. A Secretaria de Obras e Serviços Públicos de Novo Hamburgo foi responsável pela confecção das macas rígidas.

FOTOS: Felipe de Oliveira / novohamburgo.org

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