Controlamos o quê?

Acredito que temos menos de 10 % de controle real sobre nossas vidas.

Se considerarmos apenas um dia em nossas vidas, conseguimos controlar de fato o quê?

Temos controle sobre a luz que vai para nossas casas?

E se um ônibus bater em um poste e faltar luz? E se o chuveiro for elétrico e você tiver que tomar banho frio para sair de casa? E se, na hora de sair, lembrar que o portão eletrônico não abre sem luz? Talvez você more em apartamento e tenha que descer 20 andares a pé. E se a babá, que iria vir para cuidar dos seus filhos, tivesse distraído o motorista do ônibus e ele tivesse perdido o controle do ônibus e batido em um poste de luz?

Como começaria o seu dia?

Talvez, se você não tivesse abandonado aquela cadela que estava prenha na BR-116, aquele motoboy que havia casado há um ano (e estava com uma linda filha pequena em casa, com a mãe de licença maternidade) não tivesse desviado da cadela e cortado a frente de um ônibus, caindo e indo a óbito.

O fato é que cada coisa que fazemos no nosso dia a dia desencadeia um efeito cascata de outros tantos acontecimentos.

Somos responsáveis pelos nossos atos e, às vezes, agimos por impulso sem pensar e medir as consequências.

E se pagamos para ver? Não será um preço muito alto?

Vou parar com as perguntas.

Mas afirmo que precisamos pensar um pouco mais antes de agir. O mundo em que vivemos, nosso bairro, nossa cidade, nossa relação em casa com a esposa ou esposo, com os filhos, com seu cão, com seu empregado ou seu chefe… Na hora de cuidar da saúde física,emocional ou intelectual… É sempre o pensamento que governa o planeta. Antes da sua decisão, antes de agir, sempre há um pensamento.

Cuidado com a atitude impulsiva.

Pense nisso, por favor!

Até a próxima!

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Foto da Semana #41: “Libélula”, de Gilberto Winter

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