Polêmica com Rafinha Bastos é mais uma das que envolvem o programa “CQC”

Relembre controvérsias pelas quais também passaram Rafael Cortez, Danilo Gentili, Oscar Filho, Monica Iozzi e Marcelo Tas.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

A mais recente polêmica no CQC, da Band, não foi a única. Antes de Rafinha Bastos afirmar que “comeria” Wanessa e o bebê que espera, Rafael Cortez, Danilo Gentili, Oscar Filho, Monica Iozzi e Marcelo Tas já se envolveram em controvérsias.

Leia Mais

Rafinha Bastos deixa “CQC” e pede demissão da Band

Em março de 2009, por exemplo, Tas chamou Pamela Butt de prostituta. A atriz pornô participou do quadro Palavras Cruzadas. Tas tentou consertar a gafe, mas não conseguiu. Ofendida, ela resolveu processar o programa e ganhou a indenização na Justiça.

Durante uma matéria nos bastidores do desfile do estilista Ricardo Almeida, em abril, Paulinho Vilhena cuspiu em Cortez, que afirmou, na época, que a reportagem foi exibida sem cortes. O fato causou polêmica nas redes sociais e o ator se defendeu. “O repórter Rafael Cortez foi quem pediu e ele mesmo já disse isso no Twitter, sei que não foi legal, mas ele quis”, escreveu.

Já a situação de Danilo Gentili foi pior do que ser cuspido. Em junho de 2010, enquanto gravava o quadro Proteste Já, ele apanhou de um grupo de guardas municipais em São Bernardo do Campo, interior de São Paulo. A equipe gravava uma reportagem sobre uma escola, que funcionava perto de uma área com riso de desabamento. Em outra ocasião, foi agredido por assessores e seguranças da candidata à prefeitura de São Paulo Marta Suplicy.

E as polêmicas não pararam por aí com Gentili. Em maio, foi expulsou do Senado Federal, após questionar o senador Renan Calheiros (PMDB) sobre sua nomeação para o Conselho de Ética da Casa.”Ter você como membro do Conselho de Ética é o mesmo que ter Fernandinho Beira Mar no ministério antidrogas”, afirmou.

Cinema e política: Oscar Filho

e Monica Iozzi agredidos

A confusão de Oscar Filho foi com o diretor Hector Babenco, em 2008. O cineasta afirmou que não existia nenhum ator brasileiro à altura do mexicano Gael García Bernal. Oscar, então, perguntou o que ele sentiria se dissessem que não existe nenhum diretor à altura de Fernando Meirelles. Irritado, Babenco bateu no repórter com uma revista.

A repórter também foi agredida e xingada. A produção do CQC pediu que uma atriz recolhesse assinaturas dos deputados para um projeto que incluiria cachaça na cesta básica. Sem lerem o texto, assinavam e, depois, eram questionados por Mônica. Irritado, o deputado Nelson Trad (PMDB – MS) deu tapas na câmera, bateu no microfone e xingou a repórter.

Informações de portal Terra

FOTO: reprodução

Compartilhar

Professora para fazer parte da caminhada dos estudantes

Avançar »

Municípios gaúchos em festa com chopp, champanha e flores

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Blue Captcha Image
Atualizar

*