Mês será marcado por lembranças do “11 de Setembro”

Há 10 anos, aviões sequestrados viravam “mísseis” nos EUA. Hoje, é mais difícil estrangeiros se matricularem em escolas de aviação; morte de Bin Laden reacendeu memória.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

As chamadas Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, já foram os prédios mais altos do mundo. Faziam parte do complexo World Trade Center – WTC, destruído em 11 de setembro de 2001, 10 anos atrás.

Naquela manhã, 19 terroristas da Al Qaeda sequestraram quatro aviões, com o objetivo de usá-los como mísseis nas torres Norte e Sul do WTC, em Nova York, no Pentágono, Virginia, e no Capitólio, em Washington. O último não chegou ao destino final e caiu em um terreno vazio após luta dos terroristas com passageiros.

Às 08h46min, às 09h30min e às 09h37min as aeronaves bateram nos prédios e, às 10h02min, no chão. O episódio deixou cerca de três mil mortos. Um dos reflexos, hoje, é um sistema de triagem do governo norte-americano, que torna mais difícil para estudantes estrangeiros se matricularem em escolas de aviação civil do país, como um grupo de terroristas fez nos atentados.

“Antes do 11 de Setembro, eu não teria pendurado o número de telefone e o nome do agente local do FBI na minha parede. Hoje eu tenho”, disse Patrick Murphy, diretor do treinamento na Sunrise Aviation, em Ormond Beach, Flórida.

Planejamento começou oito anos antes

“O ataque de 11 de Setembro começou a ser pensado efetivamente em um almoço [em 1993], quando Ramzi, que já havia tentado explodir as torres, e seu amigo Abdul Murad apresentaram a Khaled Sheikh Mohamed [KSM] o novo plano para acabar com o World Trade Center: transformar aviões em mísseis para destruir os prédios”, diz Ivan Sant’Anna, autor do livro Plano de ataque, que reconstrói o planejamento e os instantes que antecederam os choques das aeronaves com seus alvos.

“Inicialmente Osama Bin Laden queria que participassem da missão apenas nascidos em Meca, mas seria inviável conseguir homens dispostos, e que tivessem conhecimento suficiente para pilotar as aeronaves”, explica Sant’Anna.

Morte de Bin Laden, 10 anos depois,

provocou sensação de justiça e ira

O terrorista mais procurado do mundo foi morto em maio deste ano. Quem anunciou foi o presidente dos Estados Unidos Barack Obama, em pronunciamento na Casa Branca.

“A luta contra o terror continua, mas esta noite os Estados Unidos enviaram uma mensagem inconfundível: não importa o quanto demore, a justiça será feita”, avaliou, na época, o ex-presidente George W. Bush, que governava o país em 2001.

Ehsanullah Ehsan, porta-voz do Talibã no Paquistão, prometeu vingança. “O presidente Zardari e o Exército [do Paquistão] vão ser nossos primeiros alvos. A América vai ser nosso segundo alvo.”

Com informações de portal G1

FOTOS:

reprodução

Spencer Platt / Getty Images-AFP

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