Que tal, estudar no exterior? De Novo Hamburgo, para o mundo

Estados Unidos, Canadá (foto)… Ou na Europa, quem sabe? Confira as dicas de quem trabalha com planos de estudos e intercâmbio cultural. Dá até para arrumar um emprego! .

Felipe de Oliveira felipe@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Que Novo Hamburgo é a Capital Nacional do Calçado, não é novidade. Agora, a cidade começa a ser também uma ponte para os estudos no exterior.

E ponte no sentido de caminho mesmo. Desde 2003, a Estudar no Exterior Intercâmbio Cultural oferece planos de estudos para quem quer buscar conhecimento fora do Brasil. Uma alternativa que pode tornar um sonho realidade por um preço bem menor do que se imagina.

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Se você está disposto a ter uma experiência como essa, a primeira informação importante é que as escolas lá de fora oferecem preços diferenciados para brasileiros. Só que para escolher a melhor opção é preciso conhecer do assunto.

É o caso de Claudir Castro, diretor Comercial da Estudar no Exterior. O Portal novohamburgo.org foi atrás dele para saber como começa essa história e descobriu que a idéia de trabalhar com agenciamento surgiu justamente de um intercâmbio mal-sucedido.

Comecemos, então, pelo começo, é lógico. Quando era estudante de Administração de Empresas da Unisinos, Castro decidiu que precisava aprimorar o inglês. A melhor forma seria viajando para um país onde se falasse a língua. Eis que surgia o primeiro problema: onde encontrar uma agência especializada? Alia-se a isso a insatisfação no atendimento durante a viagem que fez a Nova Zelândia, em 2002, e um ano depois ele fundava sua própria agência.

A Estudar no Exterior fica na Avenida Nicolau Becker, 456, no Centro, perto do hipermercado Big. O contato para mais informações e orçamentos pode ser feito através do telefone 51  – 3066.3900 ou do e-mail info@estudarnoexterior.com.br. Filiais atuam também em Porto Alegre, Santa Maria, Carlos Barbosa e Lajeado, no Rio Grande do Sul, em Brusque (SC) e São Paulo (SP).

Sonho que se sonha

junto é realidade

“Sonho que se sonha junto é realidade”. A frase é de Dom Quixote; a dica, de Claudir Castro. É por onde o empresário começa a justificar seu empreendimento. A facilidade de negociação para grupos é uma das vantagens de fazer um intercâmbio através de uma agência como a dele.

A segunda dica passa pela experiência. “Visitei pessoalmente as principais escolas do exterior”, conta. “Isso facilita na hora de definir qual é a melhor opção para aquilo que o cliente procura.” Aliás, esse é um dos principais produtos que ele oferece, a consultoria para elaboração de planos de estudos. Informações como quanto dinheiro o estudante tem, qual é o objetivo – inglês, cultura, algum curso técnico – são fundamentais.

Em pouco mais de sete anos, são mais de duas mil pessoas enviadas ao exterior. Só em 2011, deve passar das 500. A baixa cotação do dólar ajuda a aumentar a demanda. A agência planeja todo o trabalho, desde a matrícula, compra de passagens, reserva de acomodações… Sempre respeitando, é bom reforçar, o perfil do estudante.

Uma das opções é a viagem em grupos de estudantes de escolas brasileiras que se organizam para aproveitar as férias. “Temos convênios com várias escolas que usam as férias como um momento de lazer e educação”, explica o empresário, citando o exemplo de uma escola do Vale do Sinos que iria para a Disney, em julho, mas em um dos turnos os alunos estudariam inglês.

PLANOS INDIVIDUAIS – Se é verdade que sonhar junto facilita, engana-se quem pensa que precisa sair atrás de companheiros para realizar o seu sonho. A Estudar no Exterior tem planos individuais que também tornam mais acessíveis os estudos fora do país. Isso porque tem convênios com escolas nos países mais procurados. A negociação acaba sendo melhor do que se fosse feita diretamente pelo estudante.

Sim, mas para onde ir?

Antes de mais nada, Claudir Castro (foto, na Austrália) pede para desfazer o que considera ser um mito. Diz ele que estudar no exterior não é mais tão caro assim. Hoje, tem planos com parcelas que ficam na casa dos R$ 300,00 por mês. E mais: dá até para trabalhar para pagar as contas lá fora.

Alguns países permitem que estudantes trabalhem legalmente durante seu intercâmbio. Portanto, é importante avaliar a necessidade de suar a camisa pelo dinheirinho no final do mês antes de decidir para onde ir.

A Irlanda é o principal destino dos que querem trabalhar e estudar. “O salário lá, depende do setor em que você trabalha, gira em torno de dois mil euros. Além disso, o visto para estudantes é facilitado”, destaca Castro. No Brasil, esse salário representa cerca de R$ 5 mil. Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Estados Unidos, Inglaterra e até a China aparecem na lista de países procurados.

APRENDIZADO – Seja lá para que país você vá, uma certeza pode ter: não vai se arrepender. E olha que essa é uma palavra de quem garante o seu sustento mandando gente para o exterior e, claro, precisa satisfazer seus clientes.

Claudir Castro avalia que um intercâmbio cultural é muito mais do que um curso de idiomas ou de um curso técnico, “é um aprendizado de vida”. Cita como vantagens a autonomia que os jovens adquirem, a valorização da família e do país de origem. “Em muitas coisas o Brasil está atrasado. Mas em outras o Brasil está avançado.”

Depoimentos de quem já foi

“Pesquisei bastante, visitei diversas agências no mercado, e posso afirmar que o diferencial que me fez optar pela Estudar no Exterior foi o atendimento.”

Rodrigo Godoy

“A equipe da Estudar no Exterior foi altamente profissional, auxiliando-me com dicas, explicações e idéias.”

José Pereira

“Quando resolvi viajar, dentre as agências de intercâmbio que consultei, escolhi a Estudar no Exterior, pois conta com profissionais qualificados para dar todo o apoio e assistência necessários.”

Everton Martins

Jamilly Kirsch esteve na Escola de Southern Lakes, em Queenstown, Nova Zelândia

FOTOS: divulgação / Estudar no Exterior

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Um comentário

  1. 6 de julho de 2011

    Eu escolhi esta agencia para viajar para Dublin. Já vivo aqui a 4 anos e valeu a pena.

    Responder

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