A ciência da paixão

O Dia dos Namorados está mais uma vez aí. O clima de romantismo toma conta dos casais de todas as idades e intensidades – desde os que já deixaram o relacionamento esfriar até os que vivem num transe eterno de paixão. E quando se pensa em namoro e amor, logo surgem recordações e reflexões.

Namorar é entrelaçar corpos e mentes. É um querer mais do que tudo fazer o outro feliz. É saber administrar e relevar os defeitos, e esbanjar ao máximo as qualidades do parceiro. Suspiros, alegrias, decepções, sonhos, brigas e planos, tudo isso e muito mais compõe o cotidiano de um casal. 

Viver uma grande história de amor, daquelas saídas da tela do cinema, é o grande sonho de algumas pessoas. O que é o amor se não uma constante busca pelo par perfeito e, consequentemente, a descoberta da felicidade suprema?

Mas para ajudar as pessoas a realizarem esse sonho – que muitas vezes parece impossível – surgiram sites de relacionamentos que prometem encontrar o parceiro ideal através da matemática, de análises químicas e até do exame de DNA.

A tão falada “química da paixão” é levada a sério no Chemistry.com. Seis substâncias – dopamina, norepinefrina, serotonina, testosterona, estrogênio e oxitocina – são analisadas a partir das respostas do candidato e se procura um parceiro quimicamente ideal. Já no GenePartner.com – que garante que o amor não é uma coincidência -, a análise feita parte do DNA do pretendente e, a partir destes dados, se busca o parceiro com maiorias chances de se ter uma vida sexual saudável e uma gravidez perfeita.

Além desses, ainda existem sites com imensos questionários como o eHarmony – são mais de 250 perguntas que podem se desdobrar em 400 – que cruzam os dados dos cadastrados usando algoritmo. O eHarmony garante que encaminha mais de 500 casamentos por dia. Como nada na vida é gratuito, os serviços custam em média R$60 mensais e ainda não são 100% confiáveis, já que dependem da honestidade de quem responde aos questionários.

Quem busca um relacionamento baseado na “ciência da paixão” quer estabilidade, além de segurança na hora de encontrar alguém com quem tenha mais chances de ter uma relação amorosa de sucesso. Porém, os adeptos da clássica paquera, certamente devem achar uma bobagem trocar o risco pela eficiência e deixar se levar por filtros matemáticos e químicos ao invés de encarar uma paixão arrebatadora. Quem será que está certo?

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