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Copa do Mundo 2010: Não importa o placar, Seleção Brasileira em campo sempre é coisa de cinema

Secretaria de Cultura de Novo Hamburgo montou telão no Teatro Pascoal Carlos Magno para exibir estréia do Brasil no Mundial da África do Sul nesta terça-feira. CONFIRA!

Felipe de Oliveira felipe@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O jogo era no estádio Ellis Park, em Joanesburgo, nesta terça-feira, dia 15. A festa foi em Novo Hamburgo.

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Se é verdade que se esperava mais, ver o Brasil em campo sempre é coisa de cinema. E foi assim para cerca de 50 pessoas que assistiram a estréia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2010 no telão montado pela Secretaria de Cultura no Teatro Paschoal Carlos Magno.

Mal rolava a bola na África do Sul e a torcida já demonstrava toda a sua ansiedade. Vibração logo no primeiro minuto, com uma bela jogada de Robinho. Pedalada seguida de caneta no zagueiro norte-coreano. Parecia que a alegria ia reinar. O ritmo lento do time de Dunga, no entanto, era de dar sono.

Quem dormiu, acordou aos 24 minutos com a primeira vaia. Kaká tinha errado um passe. Instantes depois, mais um. O grito não demoraria a ecoar no teatro. “Ronaldinho Gaúcho”, pedia um torcedor mais ousado. Quando a etapa inicial terminou, a insatisfação já era geral.

Vitória passa pelos pés

de um hamburguense

O Portal novohamburgo.org aproveitou o intervalo para circular pelo Centro da cidade. Um carro aqui, outro ali… Ruas quase desertas. Sabe onde tinha movimento? No Xis do Nelson (foto), tradicional ponto de encontro em dias de jogos de futebol.

Mais de 100 torcedores de verde-amarelo. Uns de vuvuzela na mão, outros com bandeira, todos comemorariam mais tarde a vitória. Dunga decidiu que não facilitaria. Voltou com o mesmo time para a etapa final. A lentidão seguiu irritando.

Só que tinha um hamburguense em campo. Um lateral-direito que começou a carreira no Esporte Clube Novo Hamburgo. Aos 10 minutos, Maicon recebeu passe de Elano. Não tinha ângulo para bater, tinha sim a torcida da Capital Nacional do Calçado ao seu lado. Bateu. Brasil 1 a 0.

Mais um pouco de “mais do mesmo” que os brasileiros já se acostumaram a ver na Era Dunga e aos 26 minutos foi a vez de Elano receber um presente de Robinho. Literalmente. No dia anterior comemorara 29 anos. O meia deu um toque sutil e fez 2 a 0.

Nem o gol de Ji Yun Nam, aos 43 minutos, decretando o 2 a 1, atrapalhou a festa. Também não importa que fosse o melhor do mundo contra o 105º no rankink da Fifa. O que vale é que o Brasil venceu na estréia. Rumo ao hexa!

Brasileiro não desiste nunca

De camiseta do Brasil, faixa no cabelo e verde-amarelo até nos pés, a diretora de Cultura de Novo Hamburgo garante: “Sou brasileira. Estou sempre apostando na nossa seleção”.

Ariadne Decker (foto) assistiu o jogo no Teatro Paschoal Carlos Magno e não escondeu a insatisfação com a equipe que Dunga montou. Por outro lado, diz que também não vai faltar apoio na luta pelo hexacampeonato. “Se o Dunga escolheu esses, vamos com eles, mas eu gostaria de ver o Ronaldinho Gaúcho na Copa.”

DESCONFIANÇA – Outro que aproveitou o telão da Secretaria de Cultura foi o coordenador do Grupo Pensando Novo Hamburgo. Plácido Crescente está com um pé atrás. “Essa seleção não empolga. É um time que não passa confiança”, argumenta, concentrando as críticas no técnico Dunga.

FOTOS: Felipe de Oliveira / novohamburgo.org

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