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Professores de 22 estados aderem à greve

Paralisação segue até esta quinta-feira, dia 25. Profissionais reivindicam cumprimento do piso salarial de R$ 1.567 e pedem melhores condições de trabalho.

 

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, parte dos professores da rede estadual de ensino de 22 estados brasileiros estão em greve nesta quarta-feira, dia 24.

Na terça-feira, a entidade convocou os profissionais a realizarem uma paralisação de três dias por melhores condições de trabalho. A greve segue até quinta-feira e, depois desse prazo, cabe aos docentes de cada estado decidirem se voltam ou não às salas de aula.

Conforme a CNTE, dos 26 estados do país, apenas Amapá, Amazonas, Rio de Janeiro e Roraima não aderiram formalmente à paralisação. Na segunda-feira, os professores do estado de São Paulo deflagraram greve por tempo indeterminado. Segundo a Secretaria de Educação do estado, apenas 1,9% dos profissionais integram o movimento – e o governo incentiva pais e alunos a manterem a rotina escolar. Já o sindicato da categoria afirma que 25% dos docentes aderiram à paralisação.

A principal reivindicação dos professores é o cumprimento da Lei do Piso Nacional dos Professores da Rede Pública. Pela norma vigente, o piso do magistério da educação básica é de 1.567 reais para 40 horas semanais de trabalho, sendo que um terço desta carga horária deve ser destinado à preparação de aulas e formação continuada do professor.

De acordo com levantamento feito pela CNTE em março, apenas o Distrito Federal e quatro estados (Acre, Ceará, Pernambuco e Tocantins) cumprem integralmente a lei. Paraíba tem uma jornada de 30 horas semanais e paga a proporcionalidade do valor. Os demais estados, alega a CNTE, ou não cumprem o vencimento – complementando o salário com gratificações e bônus – ou não respeitam a jornada de trabalho.

Os docentes pedem ainda a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece políticas educacionais para os próximos dez anos; a destinação de 100% dos royalties do pré-sal para o setor; e a definição de diretrizes nacionais de carreira para os profissionais da educação básica.Em São Paulo, a reivindicação é por aumento salarial de 36,74%.

Informações de Veja.Abril

FOTO: reprodução / Veja.Abril

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