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Dupla Gre-Nal: Inter vê frio da Serra como aliado e calma de Roger ameniza pressão em Bogotá

Na Colômbia, técnico interino do Grêmio volta a ter decisão, onde foi campeão e sofreu duas eliminações na Libertadores. Em Caxias, jogadores colorados apostam no tradicional frio da serra contra os pernambucanos.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Se não tem a seu favor a força da torcida em Porto Alegre, aposta em outras qualidades que o Centenário, atual casa, pode oferecer. Uma delas tem a ver com os ares da serra gaúcha.

Os jogadores colorados apostam no tradicional frio de Caxias do Sul contra os pernambucanos do Santa Cruz, na próxima quarta-feira por vaga na terceira fase da Copa do Brasil.

A previsão do tempo, inclusive, parece que vai vestir vermelho. Depois desta terça, a temperatura deve cair na região. A mínima na quarta-feira pode atingir 6ºC. Na madrugada de quarta para quinta, pode despencar ainda mais. Situação bem diferente da encontrada pelo Santa Cruz, por exemplo, no último domingo, na decisão do Estadual contra o Sport, na Ilha do Retiro, calor de quase 30ºC.

Grêmio, Colômbia e Roger

Grêmio e Colômbia fazem parte da vida de Roger, o ex-lateral-esquerdo e atual auxiliar técnico. Foi pelo clube gaúcho que conquistou 11 títulos como profissional, um deles a Libertadores de 1995, em Medellín, e que chegou à Seleção, tendo estreado, em Calí, na Copa América de 2001.

Pois é justamente no país vizinho que o agora substituto do suspenso Vanderlei Luxemburgo terá nova prova na carreira: comandará o Tricolor, quinta-feira, contra o Santa Fé, pela continuidade do sonho do tri da América. Se o ambiente do El Campín, em Bogotá, promete ser de pressão, o “papo” calmo dele é visto como diferencial pelos jogadores.

Roger – ficará no banco, afinal, o clube gaúcho não reverteu a punição de seis jogos de Luxa pela confusão com o Huachipato – faz parte da rotina do clube, como auxiliar, desde 2011. Desde quarta-feira, na estadia na capital colombiana em adaptação à altitude de 2,6 mil metros, repete a fórmula de trabalho do Olímpico: não é um mero auxiliar. Comanda alguns trabalhos técnicos, passa orientações nos treinos e conversa com todos os jogadores. No seu estilo, calmo.

 

Em 2012, após a demissão de Caio Júnior, Roger comandou o Tricolor em clássico contra o Inter. Ganhou. Fez o mesmo, em 1º de maio deste ano, no jogo de ida contra o Santa Fé, pelas oitavas da Libertadores. Ganhou de novo. Ambas por 2 a 1. Mas também há derrotas, com times mistos: 2 a 1 para o Inter e uma goleada vexatória de 4 a 1 para o São Luiz, as duas no Gauchão.

“Roger tem todas as condições de comandar o time. Não vejo problema. Não será a primeira, tampouco a última,” entende Luxemburgo, que tem ainda mais cinco partidas por cumprir.

Aos 38 anos, o auxiliar tem o desejo de virar técnico. De preferencia no Grêmio. Mas não estipula prazo. Por enquanto, é auxiliar e uma referencia ao grupo. Mas é claro que nem tudo foi maravilha a Roger no Grêmio e na Colômbia. Foi eliminado da Libertadores pelo América de Cáli (1996) e pelo Independiente de Medellín (2003). Situações que não deseja repetir na quinta-feira.

Informações de Globoesporte.com

FOTO: reprodução / Globoesporte.com

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