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Beira-Rio: Segundo dirigente, reforma é de risco zero ao Inter

Max Carlomagno explicou questões da obra do estádio colorado. Em entrevista, ele falou sobre pontos da reforma, da escritura ao gerenciamento do estádio.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Na busca para não cometer os mesmos “erros” do Grêmio FBPA em relação ao novo estádio, em poucos meses o Internacional vai ter uma casa de primeiro mundo com risco zero para o clube.

Esta expectativa aumenta à medida que a reforma do Beira-Rio avança, como explica o presidente da comissão de obras, Max Carlomagno, dizendo “O Sport Club Internacional é o dono do Beira-Rio. Isto não muda.”

Gerenciamento do estádio

“O Inter gerenciará o estádio. É importante ressaltar que já existem empresas prestadoras de serviços que são contratadas para fazer partes das atividades de operação do estádio sob coordenação do clube, como limpeza, por exemplo.”

Internacional, Andrade Gutierrez e Brio

Em meio a polêmicas de estádios sendo construídos com dinheiro público, o dirigente afirma, “O Beira-Rio é o único estádio da Copa sem recursos públicos diretamente envolvidos. O negócio envolve um modelo de parceria onde a Brio, uma Sociedade de Propósito Específico – SPE, celebra um contrato com o Inter, contrata uma obra com uma construtora de renome e rentabiliza seu investimento por meio da exploração de ativos cedidos pelo clube. O Inter é e continuará sendo o proprietário e operador do estádio. A Brio, após 20 anos, devolve os seus ativos ao Inter. E, finalmente, a AG é a construtora contratada pela Brio para executar a obra.”

“Risco zero”

“O melhor de tudo isso, vem com risco zero. O Inter contratou um modelo de negócio sem risco da variação do orçamento da obra, como, por exemplo, advindo de novas demandas da Fifa para sediar a Copa. E não se endividou. Por fim, a cessão dos ativos que remunerarão a Brio (renda de camarotes, cadeiras VIPs, catering, estacionamento, shows, publicidade, naming rights), que em sua maioria absoluta eram inexistentes, vão gerar uma perda de receita de menos de 4% de seu orçamento anual. Pensamos que não passe de R$ 7 milhões por ano.”

Crescimento de Receitas como novo estádio

“O Inter perderá alguns ativos, mas a perda será compensada com lucro em outras áreas. Atualmente, as principais fontes de receitas do clube são: sócios, TV, marketing, opção de venda de jogadores e estádio. A contribuição do estádio deve crescer com o novo Beira-Rio.”

Melhor negócio possível

“Foram meses de discussão, desenho, estruturação e negociação do modelo para realização de um grande negócio para todas as partes envolvidas. Negócio esse que demandará gestão profissional das futuras administrações nos próximos 20 anos. Temos direitos e deveres para com nossos parceiros. O Inter manteve seus principais ativos, viabilizou a construção em um curto espaço de tempo, criou novas áreas para exploração e espera valorizar seu patrimônio. E, por fim, manteve sua autonomia.”

Copa do Mundo 2014

“A participação na Copa e a experiência dos parceiros (AG e Brio) dão expectativa da mais alta qualidade em termos de projeto, construção e equipamentos disponíveis. As novas cadeiras serão as mesmas de Wembley, por exemplo. A cobertura está sendo feita por empresas de destaque internacional. O gramado terá sistemas de irrigação e drenagem dos mais modernos do mundo.”

Capacidade

“O novo Beira-Rio terá capacidade para 51 mil pessoas. Pode aumentar para até 55 mil se optarmos por tirar as cadeiras de algum setor.”

 

Acompanhe o andamento das obras

http://scinternacional.net/index.php/beira-rio-com.html

Informações de Correio do Povo

FOTOS: reprodução / Correio do Povo

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