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Valcke se diz preocupado com Maracanã, mas minimiza mudança de prazo

Valcke tentou passar tranquilidade em relação ao prazo final para a obra do Maracanã. Quando indagado sobre a nova data, dirigente mostrou surpresa com a pergunta. 

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, reconheceu estar preocupado com a situação das obras no Maracanã após sobrevoar o estádio e ver a inundação provocada pelo temporal da noite de terça-feira no Rio de Janeiro.

O dirigente terá uma nova reunião com o governador Sérgio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e representantes do Consórcio Maracanã (formado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebretch) nesta sexta-feira.

“Não existe plano B para o Maracanã. Por isso devemos ter respostas amanhã (sexta). Claro que estamos preocupados, por conta da imagem que vimos ontem (quarta),” disse Valcke, que se reuniu nesta quinta, num hotel em São Conrado, Zona Sul do Rio, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o presidente da CBF, José Maria Marin; e membros do Comitê Organizador Local – COL, entre eles o ex-jogador Ronaldo Nazário.

Valcke tentou passar tranquilidade em relação ao prazo final para a obra do Maracanã. Quando foi indagado sobre a nova data (27 de abril), o dirigente mostrou surpresa com a pergunta.

“Não sei o porquê da questão com a data. Não sei de onde vocês tiraram o dia 15 de abril, para a Fifa o prazo sempre foi 27 de abril,” disse.

No site da Fifa, porém, a data limite estipulada é 15 de abril. E o próprio Valcke já havia dito, em outra ocasião, que a cobertura e o gramado do Maracanã teriam que estar prontos no dia 15. O novo prazo, dia 27, surgiu na quarta-feira à noite, depois de reunião entre Valcke, o governador Cabral e o prefeito Paes. A assessoria do governo do Estado não comentou a mudança de data, apenas confirmou que entregará o estádio em 27 de abril.

A imagem dos operários de cueca, tirando água da cobertura que está sendo instalada no Maracanã, também mereceu comentário do secretário-geral da Fifa. Os operários, a maioria da Alemanha, contratados pela empresa responsável pelo içamento da cobertura, trabalhavam sem qualquer equipamento de proteção. Eles retiravam a água com baldes.

“Foi uma situação de tempestade e o que se viu foram operários fazendo o que podiam, nas condições que podiam. Quero agradecer a todos os operários, pois sem eles não conseguiríamos realizar as Copas,” disse o dirigente francês.

Informações de O Globo

FOTO: reprodução / O Globo

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