Anderson Silva venceu luta no UFC Rio com lesão no ombro

O lutador conta que a princípio não ia lutar no Brasil, mas conseguiu superar suas dificuldades nos treinos e aceitou depois das insistências.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Anderson Silva, 36 anos, venceu na semana passada a revanche contra o japonês Yushin Okami e afirma em entrevista a revista Veja, que sua tática foi evitar que o japonês o agarrasse pelas pernas e cintura. Após, suas táticas evoluíram para confundir o japonês e enfim golpeá-lo.

Sobre a preparação, Anderson afirma que fez seu treino normal de boxe, tailandês, jiu-jitsu e wrestling e que deu ênfase a sua dificuldade: os golpes em pé. O lutador também afirma que não lutou 100% fisicamente, “Um mês antes da luta machuquei meu ombro lutando com o Junior Cigano e entrei no Rio com dor. Tive que tomar antiinflamatório e avisar a comissão técnica sobre o medicamento que tomei”.

Quando perguntado sobre a luta do Minotauro contra Brendan Schaub, ele diz que ficou mais feliz pela vitória do brasileiro Minotauro do que com a própria vitória. “Eu o vi depois da operação, estava ruim. Todo mundo pensava que ele não ia se recuperar. Por isso foi muito legal ver a luta. Tenho uma relação de irmão com ele. Temos uma relação de família. Fiquei mais feliz com a luta dele do que com a minha”, revelou o lutador, que estava ajudando Minotauro e Erick Silva nos treinos.

O UFC acabou de se tornar popular no Brasil e deixou Dana White, presidente do UFC, apreensivo pelo comportamento dos brasileiros no evento, contou Anderson Silva. “Em todos os eventos alguém arremessa alguma coisa, mas uma revista, ou garrafa, pode machucar uma pessoa. É preciso se acostumar mais com o esporte, muito diferente do futebol”, alegou Anderson, que é contra a venda de bebidas alcóolicas em lutas. “Não é um ambiente para vender bebida alcoólica. Imagina quantas pessoas saíram com a adrenalina da luta e ainda por cima alcoolizadas? Eu não bebo e sou contra vender bebidas alcoólicas nas arenas”, afirmou o lutador, consciente.

Anderson ainda admite que não se importa com as brincadeiras sobre a sua voz fina e encerra dizendo que foi muito engraçado gravar o comercial para uma marca de fast food. “Aceitei fazer na hora e me diverti muito. Já conhecia a música e sabia que ia ser engraçado”, disse Anderson, bem humorado.

Informações de Veja

FOTO: reprodução / mma-brasil

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