Hospital: a marca do mandato

O senhor acha que Novo Hamburgo ainda vai ver o metrô?
Nós vamos ver sim. Eu sou otimista. Neste governo eu acho difícil, mas vamos ver sim. Nossa comunidade também terá atividades de lazer na área abaixo da linha, pois basta observar São Leopoldo para ver a quantidade de parques criados. A briga tem sido para que se defina pela validade ou não do processo licitatório no Tribunal de Contas.

Estamos há seis anos discutindo isto. Há projetos licitados na mesma época que já estão concluídos. E o nosso ainda não saiu do papel. Mas vai sair.

O senhor espera ser lembrado pelo que em seu primeiro mandato como prefeito?
Por um grande investimento na área da saúde com a ampliação do Hospital Municipal. Hoje infelizmente ainda temos muitas macas lá.

Eu poderia ficar conhecido como o prefeito que construiu dois e não um Centro Administrativo. Em um ano.

Fizemos uma série de investimentos e hoje instalamos ar condicionados em todos os quartos. Se a pessoa estava doente, vai ficar ainda mais com esse calor. Mas não é isso: queremos ser lembrados pelos investimentos, pela transformação que fizemos no Hospital, que estava praticamente falido, como vários hospitais estão.

E só não faliu porque estamos injetando recursos. Em 2006, a municipalidade investiu mais de R$ 15 milhões no Hospital. Poderia construir dois Centros Administrativos. Eu poderia ficar conhecido como o prefeito que construiu dois e não um Centro Administrativo. Em um ano. Mas optamos de colocar no Hospital para melhorar as condições de sobrevida das pessoas.

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