Jonathan Correa, líder da Reação em Cadeia

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fotos: Renato Rocha

Na noite do último domingo, dia 24, a banda hamburguense Reação em Cadeia realizou um show histórico no iL Brasco Pub. Histórico para a banda e também para o Pub: através de uma parceria o show tinha por finalidade apoiar a campanha “Novo Hamburgo Limpeza, Novo Hamburgo Beleza”, do grupo Pensando Novo Hamburgo.

O portal novohamburgo.org conversou com exclusividade com o líder da Reação em Cadeia, Jonathan Correa. O bate-papo ocorreu após a inspiradíssima passagem de som, que serviu de prelúdio – para os felizardos que a presenciaram, ao menos – para o show que mexeu com as estruturas do iL Brasco.

novohamburgo.org – Cara, quando foi a última vez que vocês tocaram na cidade?

Jonathan Correa – Foi este ano! Bah, o dia não vou lembrar mesmo. Foi na Sociedade Ginástica. Lotadaço, tipo 3.500 pessoas. Irado pra caramba, cara. Foi inesquecível! Foi um show bacana. Tinha muitos amigos nossos ali e fazia muito tempo que a gente não voltava para cá.

nh.org – Qual a expectativa para o show de hoje à noite? Vai ter na platéia rostos conhecidos, amigos; a galera que cresceu contigo. Qual a sensação de tocar em casa, de novo?

Jonathan – Olha, cara, tem toda a expectativa de fazer uma parada, tipo assim, de solidariedade. A gente não ia fazer show, íamos para a praia. A gente sabia que a galera ia estar fora. Tranqüilo. Mas aí conversamos com o André (proprietário do iL Brasco Pub) e veio a oportunidade de fazer um lance beneficente. É bacana passar para os teus amigos um show mais casual. Uma parada mais fechada, menor e intimista. Tu fica mais na frente do publico, que é como a gente gosta de tocar. A gente está acostumado a tocar em shows grandes, de três a 20, 30, 50 mil pessoas, saca? Isso tem uma diferença muito grande, tocar mais perto o palco fica pesado.

nh.org – Qual a diferença entre tocar em grandes arenas e num espaço menor? A Banda tem alguma predileção por onde tocar ou vocês encaram tudo da mesma maneira?

Jonathan – Eu, particularmente, prefiro tocar assim: com a galera mais próxima, em um lugar mais apertado, mais inferninho (risos). A gente gosta deste clima. Porque quando tu toca em um lugar fechado, as paredes vibram. Ajuda muito no som, e tudo mais. E tem aquela coisa de enfrentar galeras grandiosas. É muita gente e tu fica meio que apavorado de enfrentar um público grandioso. Com certeza tocar em bar e em lugar menor está no topo da nossa lista!

nh.org – Para o rock sair aqui do nosso Estado e tomar a cena nacional é complicado. Vocês têm uma carreira de dimensão nacional e internacional. Muitas bandas gaúchas que tem mais tempo de estrada não conseguiram romper as barreiras que a Reação conseguiu. Vocês tinham em mente tocar no Brasil inteiro ou o lance foi acontecendo?

Jonathan – O que a gente sempre quis foi poder tocar o quanto mais longe possível. Não na questão de se afastar, mas poder mostrar o nosso som. A gente nem imaginava que chegaria a isto. A questão maior de tentar fazer um som pra virar é fazer ele na verdade, saca? Sentir e acreditar no som. Vai depender muito da temática que tu pega. A gente pegou uma temática que é mais cosmopolita. Mas nunca ocorreram pretensões maiores, ou tão grandes, a ponto de poder sair pra Argentina, por exemplo. Claro que tu monta uma banda e é um sonho tu poder tocar lá fora. Mas quando a gente montou a banda e começou a tocar não tinha esta pretensão, e nem esta vontade. Nenhuma perspectiva disso. A gente só estava a fim de tocar e fazer o nosso som.

nh.org – Cara, deixa uma mensagem para a galera que acompanha o site, e para o pessoal de Novo Hamburgo, que curte muito a banda.

Jonathan – Primeiro eu queria falar do lance da campanha “Novo Hamburgo Limpeza, Novo Hamburgo Beleza”, que eu acho que a galera tem que se conscientizar. De Novo Hamburgo e região. A gente pode transformar a cidade na melhor do mundo, saca? Só depende da gente. Não é a questão de estar na Europa ou em um país de primeiro mundo. A gente vive o padrão que a gente quer, da forma que a gente quer. E continuem ouvindo muito rock and roll das antigas: Led (Zepellin), Beatles, Rolling Stones, essa coisa toda. Pearl Jam, Neil Young, Kurt Cobain, Nirvana, enfim, estas e que são as bandas modernas.

Promoção

O portal novohamburgo.org deu aos seus visitantes, em parceria com o iL Brasco Pub, dois ingressos para os internautas que mandaram as melhores frases respondendo: “Por que quero ir ao show do Reação em Cadeia?”.

Os vencedores foram: Luís Fernando Rizzardi e Tatiane Vidal Freitas.

Veja as fotos do show do Reação em Cadeia

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