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Fundação Ernesto Frederico Scheffel reabre suas portas para o público

O espaço cultural espera receber admiradores da arte e cultura novamente em seus corredores.

Fechada há cerca de um ano por conta da pandemia da covid-19, a Fundação Ernesto Frederico Scheffel reabriu para a visitação neste domingo, 25, dia da Imigração Alemã. “A reabertura da Fundação Scheffel é um marco, rumo aos 300 anos da imigração alemã, dentro de toda organização pretendida para a cidade comemorar este marco”, afirmou o secretário da Cultura, Ralfe Cardoso.

A partir desta segunda-feira, a visitação na Fundação estará aberta das 8h30 às 11h e das 13h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira. “Pra nós, é um momento de muita alegria e expectativa! Estamos há praticamente um ano e meio fechados, e isso nunca tinha acontecido nesses quase quarenta anos de existência da Fundação Scheffel. Cabe aqui frisar que o museu nunca deixou de funcionar, nesse tempo em que ficamos fechados, trabalhamos intensamente nas questões internas, de planejamento e curadoria. Foi um momento de introspecção do espaço, e nós contamos os dias para que voltássemos à “normalidade”, pois já estamos pensando e prospectando eventos para o último trimestre do ano, guardada a última ordem mundial de saúde”, declarou Ângelo Reinheimer, diretor do museu.

Fundado em 1978, o museu está instalado em um prédio construído em 1890 por Adão Adolfo Schmitt, com o estilo neoclássico, localizado no Centro Histórico de Hamburgo Velho. O casarão que foi inteiramente reformado pela Prefeitura já serviu como moradia, hospital, casa comercial e local de eventos culturais, que hoje abriga a Fundação Scheffel, uma das maiores pinacotecas do mundo entre as compostas por obras do mesmo artista.

Distribuídas ao longo dos três andares do espaço, as mais de 400 obras, entre elas pinturas, esculturas, desenhos e partituras musicais retratam as diferentes fases do artista plástico gaúcho Ernesto Frederico Scheffel, que são apresentadas em ordem cronológica de criação e estão agrupados conforme a temática e técnicas utilizadas para sua execução.

No primeiro piso, estão os que marcaram sua fase inicial, de sua adolescência até seus 22 anos. Alguns são de caráter regionalista, justamente por retratar os lugares, a região que deu origem à sua carreira. No segundo piso, encontram-se as obras que participaram dos vários Salões de Belas Artes no Rio de Janeiro, na busca do “Prêmio de Viagem ao Estrangeiro”. São obras do gênero épico, simbolista, e do realismo poético. Finalmente, no terceiro piso, encontram-se obras de sua fase na Europa.

Para mais informações entre em contato pelo telefone (51) 3593-6233 ou pelo e-mail museuscheffel@yahoo.com.br

Foto: divulgação/PMNH

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