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Ainda não! TSE põe recurso de Tarcísio Zimmermann na pauta, mas não julga

Próxima sessão do Tribunal Superior Eleitoral é na terça-feira, dia 13. Relator Arnaldo Versiani já manifestou seu voto contrário ao pedido de registro do atual prefeito de Novo Hamburgo. 

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Tarcísio Zimmermann (PT) continuará na angústia por não saber se poderá permanecer na Prefeitura de Novo Hamburgo no ano que vem depois de conquistar a maioria dos votos nas Eleições 2012, no mínimo, até a próxima terça-feira, dia 13.

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É quando o Tribunal Superior Eleitoral – TSE voltará a realizar sessão, às 19 horas. O recurso do petista (foto) estava na pauta de quinta-feira, 08, mas não foi apreciado. Ele teve seu pedido de registro de candidatura negado no município e pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE-RS e recorreu das decisões. Agora, aguarda a decisão dos ministros. O relator Arnaldo Versiani já manifestou seu voto contrário e faltam as outras seis opiniões.

Como Zimmermann recebeu pouco mais de 53% dos votos, uma nova eleição teria que ser realizada em Novo Hamburgo caso seu registro seja efetivamente negado. Isso porque os votos destinados a ele seriam anulados e, quando mais da metade dos eleitores vota nulo, um novo pleito precisa ocorrer. Os prazos de convenções e os demais períodos necessários seriam reabertos pela Justiça Eleitoral e a nova eleição só aconteceria em 2013.

Entenda o caso

Em 2004, então candidato à prefeitura, Tarcísio Zimmermann participou da inauguração do Centro de Atendimento Sócio-Educativo – Case e teve o registro cassado naquele ano. Disputou outras duas eleições normalmente porque só com a validade da Lei da Ficha Limpa as condenações por condutas vedadas passaram a tornar o candidato inelegível por oito anos. É o que dá base, hoje, ao indeferimento da candidatura.

Pela mesma razão, o ex-prefeito Jair Foscarini (PMDB) teve o registro de sua candidatura a vereador nas Eleições 2012 negado. O peemedebista também participou da inauguração da Case em 2004, motivo pelo qual a eleição a prefeito foi anulada e um novo pleito foi realizado em 2005. Como não havia Ficha Limpa na época, Foscarini elegeu-se e exerceu seu mandato até 2008 normalmente. Ele desistiu de concorrer a uma vaga na Câmara Municipal esse ano.

FOTO: Bruna Provenzano / PMNH

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