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O jovem brasileiro é o mais bem informado e ao mesmo tempo mais incidente no quesito DST. Ferro Velho aproveita seu espaço para bater nessa tecla: o da prevenção.
Estava buscando uma inspiração para escrever o artigo dessa semana. Encontrei-a aqui mesmo no novohamburgo.org. Um portal pelo qual tenho muito respeito e que me acolheu logo nos primeiros semestres de faculdade.
Leia também: Juventude sem responsabilidade, matéria com alguns dados da pesquisa.
Ao ler a notícia (link acima) que fala do estudo sobre educação sexual do jovem brasileiro, recebi o ânimo que faltava para abordar um assunto que nunca havia tratado aqui no Ferro Velho: Educação Sexual.
Vamos aos fatos então. Ganhamos o primeiro lugar quanto à satisfação sexual e informação sobre o assunto. Ironicamente, embora bem informados, pecamos no quesito DST. E como a tal pesquisa mostra também, que a internet é um dos meios mais utilizados para falar sobre sexo, vou aproveitar o poder deste meio e falar sobre algumas dicas de cuidado e prevenção (o que nunca é demais).
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são causadas por diversos agentes, transmitidas pelo contato sexual, e se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas e atualmente, são o maior risco para os adolescentes que possuem vida sexual ativa. Além disso, as DST são o principal fator facilitador da transmissão sexual do vírus da aids, pois feridas nos órgãos genitais favorecem a entrada do HIV.
A explicação para a falta de precaução entre os jovens, é decorrente do chamado comportamento de risco: iniciação sexual precoce, troca rápida de parceiro, uso inconstante do preservativo, uso de drogas legais e ilegais, que facilitam a transmissão das DST ou fazem com que os métodos de prevenção sejam deixados de lado. A recente pesquisa mostra que apenas 19% dos jovens usam preservativo em todas suas relações.

Ninguém que tem vida sexual ativa está livre das DSTs, mas vale algumas dicas para evitar o contagio:
•Use SEMPRE a camisinha em todas as relações sexuais, inclusive para sexo oral e anal (estas também são formas de relação sexual e través das quais uma doença pode ser transmitida). O preservativo é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão, tanto das DST quanto do vírus da aids.
•Escolha do parceiro(a) sexual – O ideal é que as relações sejam monogâmicas estritamente. Se isso não for possível, evite relações com pessoas portadoras de DST
•Limite o número de parceiros(as) sexuais – quanto maior o número, maior o risco que você se contaminar, ou de disseminar uma infecção da qual você seja o portador
•Procure por sinais de DSTs em seu parceiro(a) – verrugas, secreções, lesões de pele, etc.
•Não tenha relações sexuais se você está em tratamento de uma DST
Não caia na conversa que “bala com papel não tem graça”. Excitante é ser cuidadoso, prazeroso é ter a certeza de que se está protegido. E principalmente o uso do preservativo não é caretice, é cuidado. E somente quem gosta cuida. Pense nisso e curta a vida de forma responsável.
O site do Ministério da Saúde dispõe de um link dedicado às DST e Aids, com explicações, tratamentos, e outras informações sobre as doenças.Confira: www.aids.gov.br

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