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Integrantes do Corpo de Bombeiros do Rio cobravam até R$ 30 mil por alvará facilitado

No Rio de Janeiro, uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público desarticula um esquema de venda de alvarás por integrantes do Corpo de Bombeiros. A investigação começou em 2015 e continuou até hoje. Nesta manhã, 34 pessoas foram presas acusadas de participação nesse esquema de venda de laudos do Corpo de Bombeiros.

Ao todo, foram emitidos 38 mandados de prisão e, entre os alvos estão comandantes de batalhões e dois assessores especiais do comandante-geral da corporação. Foram também cumpridos cerca de 60 mandados de busca e apreensão na casa dos detidos e nos batalhões onde estavam lotados.

A Polícia Civil e o Ministério Público já identificaram pelo menos 20 empresas que pagaram para obter os alvarás sem respeito aos prazos e procedimentos devidos. Um dos áudios interceptados traz informações sobre a liberação do estádio do América, que fica em Mesquita, na Baixada Fluminense, para realização de diversas partidas do Fluminense, ao longo do ano passado. Cada documento poderia custar ate R$ 30 mil.

As investigações mostram ainda que os bombeiros vistoriavam e notificavam as empresas, justamente para, depois, negociar a liberação dos alvarás sem os devidos cumprimento legais. Todos os acusados foram denunciados por associação criminosa, e os bombeiros foram afastados de seus cargos na corporação.

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