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Autores defendem uso da linguagem popular, afirmando que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva.
Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
“Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”. O fato de haver, nesta frase, a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro, conforme o volume “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver, aprender”, livro didático aprovado pelo Ministério da Educação – MEC.
Em um outro exemplo, os autores mostram que não há problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Ao defender o uso da linguagem popular, os autores afirmam que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva.
Segundo os autores, o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito lingüístico” caso não use a norma culta. O livro da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático.
Um trecho ainda destaca: “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas lingüísticas”.
Uma das autoras do livro, a professora Heloisa Ramos, declarou que a intenção era deixar aluno à vontade por conhecer apenas a linguagem popular, e não ensinar errado.
Informações de Último Segundo
FOTO: reprodução
Assuntos: coleção Viver aprender, erros de concordância, erros de língua portuguesa, formas lingüísticas, Heloisa Ramos, Língua Portuguesa, língua viva, linguagem popular, livro com erros, livro didádico com erros, livro didático mec, livro mec, Ministério da Educação, norma culta da língua portuguesa, polêmica livro mec, Por uma vida melhor, preconceito, preconceito lingüístico, Programa Nacional do Livro Didático, regras da norma culta
32 comentários "Livro didático aprovado pelo MEC aceita erros de concordância"
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Livro adotado pelo MEC ensina falar errado – Midia News | Livros @ 12/05/2011 21:26
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MEC defende uso de livro didático com linguagem popular – Último Segundo – iG | Livros @ 12/05/2011 23:37
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vera lúcia @ 13/05/2011 21:00
Estou cursando PEDAGOGIA na cidade onde moro, Santo André. Pretendo futuramente dar aulas para crianças e jamais irei ensinar de forma errada, como indica este livro aprovado pelo MEC. Na minha opinião, é absurdo um autor escrever um livro que fere a nossa língua (o português correto). Eu, como uma futura professora, tenho a obrigação e responsabilidade de ensinar as crianças, preparando-as para serem futuros profissionais no mercado de trabalho. (AS FRASES QUE ILUSTRAM ESTE “LIVRO”, DOEM AO SEREM LIDAS OU OUVIDAS).
Livro adotado pelo MEC causa polêmica ao não conjugar verbos – Band | Livros @ 14/05/2011 06:11
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GLORIA @ 14/05/2011 19:34
Essa é para avacalhar geral!
A função da escola é ensinar o certo.Não se pode aceitar o nivelamento por baixo,que sejam aceitos modos incorretos de comunicação da Língua Portuguesa.Concordâncias:verbal,nominal,de gênero,número e grau,são o mínimo que a escola precisa ensinar a seus alunos.
Todas as provas de seleção, concursos,vestibulares exigem a forma culta em suas provas.Que distorção é essa de flexibilidade da língua? Então não há o certo e o errado, só adequado e inadequado?O que é isso de preconceito lingüístico?
A patir do momento que uma pessoa seja criança, jovem ou adulto, entra na escola para aprender ,(é esta a função da escola, não?)deve aprender as formas e usos corretos da Língua Portuguesa para a comunicação falada ou escrita.
Oliveira @ 15/05/2011 00:17
Olá!
Lembram do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa aprovado em 2009? Que ainda é motivo de dúvidas até mesmo entre os especialistas? Acompanhe abaixo o OBJETIVO:
O objetivo do acordo é simplificar as regras de escrita e acabar com as diferenças entre a ortografia do Brasil e a dos demais países que têm o português como língua oficial. O prazo oficial dado pelo governo para que os brasileiros se adaptem às mudanças é 31 de dezembro de 2012. Em Portugal, o prazo oficial se estende até 2014.
Pois é! Aparentemente não tem nada a ver com esta ideia \\"GENIAL\\" (para ser bem-educado) pela aprovação do MEC através de um Programa Nacional do Livro Didático.
Alguns Artigos da nossa CF de 1988 abordam sobre a educação. Em particular citarei:
Artigo 206 – O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
No Inciso VII – garantia de padrão de qualidade.
Qual será o \\"padrão de qualidade\\" adotado pelos verdadeiros mestres da nossa língua?
Lamento profundamente o tempo despendido pelos autores \\"disso\\" que chamam livro didático e ainda por cima têm a coragem de colocá-lo à apreciação das \\"autoridades competentes\\" do MEC que o aprovaram.
Lembro ainda, que em nossa Magna Carta, o seguinte Artigo:
Art. 209 – O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições:
I – cumprimento das normas gerais da educação nacional;
II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público.
Como pode o Poder Público avaliar a qualidade do ensino praticado por uma Instituição Privada?
Quanta coisa errada, não é mesmo?
Apostaria que se houvesse embasamento pelo menos a um REFERENDO, apesar da pouca instrução da maioria dos eleitores, jamais aprovariam essa \\"obra literária\\".
Atenciosamente<
Oliveira
Livro distribuído pelo MEC defende errar concordância – Correio do Estado | Livros @ 15/05/2011 02:26
[...] novohamburgo.org [...]
Livro didático usado pelo MEC defende erros de concordância – Destak Jornal | Livros @ 15/05/2011 22:38
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leticia @ 15/05/2011 23:05
Isso é uma vergonha, principalmente para os profissionais competentes da área, como iremos e podemos alfabetizar nossa crianças de forma errada?? Sabendo que no futuro elas poderão se deparam com situações onde poderão ser descriminadas, chamadas de ignorantes, pois aprenderam de uma forma errada vista pela maioria da população.
Dante @ 16/05/2011 13:12
Votaram no PT e continuam votando ? Bem feito !!! É esse o futuro que espera os ” filho ” de vocês … Esse livro é um estrume impresso, que deve ser engolido por todos simpatizantes do PT !!!
MEC não se envolverá em polêmica de livro que aceita erros de concordância › novohamburgo.org :: portal de Novo Hamburgo @ 16/05/2011 14:42
[...] Livro didático aprovado pelo MEC aceita erros de concordância [...]
Jade Jakobsen @ 17/05/2011 08:27
Estou indignada. Sou professora de português e mãe, portanto, estou duplamente preocupada. Se esse tipo de justificativa passar a ser adotada para as ações civis, deixaremos de ser uma sociedade que consegue discernir o certo do errado, normas e regras, além de matar qualquer tipo de esforço e busca por conhecimento. Enquanto travamos uma luta para estimular a leitura, temos que nadar contra a corrente que defende que tudo seja aceito como está. Além de tudo, logo nenhum professor precisará saber qualquer coisa, basta não “discriminar” o uso da linguagem, seja ele qual for e aceitar as “diferenças”.
Luciano @ 17/05/2011 09:46
PELO AMOR DE DEUS NÃO TEM NADA A VER!
O MEC ESTÁ CORRETO!!!!!!!!
Meu Deus como as pessoas são ingênuas a respeito da Língua. O livro apenas diz que existem diversas situações de pronúncias. Diferenças regionais da fala. Estas diferenças variam no tempo e no espaço.
Tempo: o modo como se falava a 100 anos atrás não é o mesmo que se fala hoje, hoveram muitas mudanças nas palavras e sotaques, muitas palavras foram esquecidas e outras apareceram, muitas construções gramaticais populares desapareceram…
Espaço: o modo como se fala no Piauí, não é o mesmo que se fala no Rio Grande do Sul, existem variações. TAMBÉM VARIAÇÕES ENTRE GRUPOS SOCIAIS, o que se fala na periferia é diferente do que se fala nos prédios de luxo!!!!
Isto não é problema do Brasil, é universal. É assim com qualquer falante do mundo. Para se ter uma ideia o inglês falado em New York tem diferença com o inglês falado na Califórnia, que também é diferente do inglês de Londres.
O MEC ESTÁ CORRETÍSSIMO!
O que o apresentador do SBT fez ao criticar o MEC é assinar o atestado de ignorância, pois a ciência chamada Linguística existe e trabalha explicando o comportamento da linguagem, e isto faz muito tempo! Por ser um jornalista ele deveria, pelo menos, ter o cuidado de pensar um pouco antes de falar a respeito da língua portuguesa, assim evitaria uma vergonha destas.
O que o pessoal do estrangeiro pensará de nós ao ouvir as declarações de um coitado destes.
PELO AMOR DE DEUS SBT NÃO NOS FAÇA UMA VERGONHA INTERNACIONAL DESTAS!!!
É só estudar Linguística! Ou pelo menos um pouco de fonética e fonologia!
AI QUE VONTADE DE CHORAR!!!
Alberto Kerlly @ 17/05/2011 10:15
A DOIS FATORES IMPORTANTES DENTRO DESTE CONTEXTO: PRIMEIRO, O FATO DE FALAR CORRETAMENTE VARIA DE PESSOA PARA PESSOA, O MODO QUE NOS COMUNICAMOS DEPENDE DO LUGAR ONDE ESTAMOS OU O GRUPO QUE PERTENCEMOS, NA LINGUISTICA CONHECEMOS COMO VARIANTES.
A NORMA CULTA QUE É POSTA NAS ESCOLAS NÃO DEIXA CLARAMENTE COMO SE DEVE SER USADA. FALAR INCORRETAMETE NÃO É ERRADO, E É DISCRIMINATÓRIO A FORMA COMO É POSTA NO SENTIDO QUE O INDIVIDUO POR NÃO OBEDECER TÉCNICAS DE ORTOGRAFIA, NÃO DEMOSNTRA QUE ELE SAIBA MENOS QUE O OUTRO INDIVIDUO, O GOVERNO QUER IMPOR, POR BAIXO DOS PANOS, UMA DITADURA DO IMCORRETO, O EXEMPLO BEM ATUAL, É O PRESIDENTE LULA, QUE POR SER ANALFABETO MOSTROU SER UM ESTADISTA POPULAR, O MENOS INTELECTUAIS SE MOSTRAM
E SE PENSAM SER O CORRETO UM HOMEM QUE PARA SER PRESIDENTE NÃO PRECISE TER CONHECIMENTO ACADEMICO, QUE NO MEU PONTO DE VISTA TODO POLITICO, OU PARA QUEM GOSTARIA DE SEGUIR A VIDA POLITICA A DE TER UMA POSIÇÃO ACADEMICA. ENTÃO, DEVEMOS RESPEITAR AQUELES QUE NÃO TEM CONHECIMENTO DA NORMA CULTA, MAS DEVEMOS VER QUE A NORMA CULTA FAZ PARTE DO CONHECIMENTO INTELECTUAL DE QUALQUER SER EM DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL, DEVEMOS FALAR NA LÍNGUA DE VÁRIAS “TRIBOS” INDEPENDENTES DE CLASSES, SOMOS SERES EM EVOLUÇÃO LINGUISTICAMENTE FALANDO, HAVERA SEMPRE AS TRANSFORMAÇÕES.
SOU ACADEMICO DO CURSO DE LETRAS DA UEMS
DA CIDADE DE JARDIM-MS.
vinícius @ 17/05/2011 14:08
é… de um cidadão que fala “houveram muitos problemas”, como o que escreveu aqui antes de mim, não se pode esperar outra coisa senão apoiar esse livro.
é isso aí! tá tudo liberado demais, pode tudo nesse país, em todos os aspectos. aonde vamos parar?! viva o país das cotas e das minorias. não é porque se faz alguma coisa errada que temos que torná-la certa, mas sim dar meios para que todos possam fazer a coisa correta, como, por exemplo, oferecer um educação de qualidade a todos.
Beatriz de Castro da Cruz @ 17/05/2011 15:34
É uma pena que pessoas que não entendem de língua se metam a falar sobre o assunto. Mas o mais lamentável é ver professores da área se indignando com uma situação que vem sendo discutida desde que surgiu a linguística.
Li algumas questões elaboradas pela professora Heloísa no livro didático e em nenhum momento ela incita o professor a ensinar \"errado\", ela apenas mostra, como muito bem falaram Luciano e Alberto, as variedades linguísticas e as várias possibilidades de se adequar a língua à situação de comunicação.
É preocupante ver professores que se dizem \"de português\" falando tanta impropriedade. Bem se vê que não pesquisam e não leem há anos nada que as Universidades vêm produzindo!
Leiam, para começar, Carlos Alberto Faraco, Marcos Bagno, Fiorin,Sírio Possenti, Maria Helena de Moura Neves, Ataliba de Castilho, e depois venham discutir essa questão.
Parabéns ao Luciano e ao Alberto pela clareza na exposição do assunto e pela competência linguística. Bia
Rozelene dos Santos @ 17/05/2011 21:38
As pessoas não necessitam de ajuda para utilizar a linguagem popular ou informal, afinal já a utilizam. A Instituição de ensino deve ensinar a linguagem padrão, a norma culta, bem como, ressaltar que existem variedades linguísticas, os regionalismos, sotaques, gírias, etc, mas sempre deixando muito claro como realmente se fala e escreve o bom e bonito português. Logo, é inaceitável que o órgão que deveria zelar pela qualidade do ensino aceite um livro com linguagem popular.
Tânia @ 21/05/2011 19:42
Essa mulher aí, de que planeta ela veio?
só pode estar sofrendo de défict de atenção GRAVE.
isso é caso de internação perpétua.
LASTIMÁVEL
julio @ 25/05/2011 17:46
Essa mulher esta sertisima pq é assim q as peesoa estão falando hoje endia ela só esta falando a realidad! pensem nisso seus egoistas!!!..
marcelo @ 25/05/2011 21:18
pois é, e eu fico me perguntando por qual motivo nos deixamos obrigar a votar nessas pessoas, que continuam a fazer pouco de nós, cidadãos brasileiros.
Priscila Oliveira @ 26/05/2011 09:39
Pelo amor de DEUS! Não devemos adotar esta aberração! Nossas crianças são capazes de aprender e realmente está havendo uma inversão de valores! NÃO ADOTEM ESTE ABSURDO!
jusléia @ 26/05/2011 15:15
sou totalmente contra esse livro didático.
erros gramáticais são horríveis.
ex:uma pessoa estuda mais do que tudo, aprende de um jeito e de uma hora pra outra ter que mudar isso tudo. Se for assim foi perca de tempo estudar.
jusléia @ 26/05/2011 15:18
IDIOTISSE ESSA MUDANÇA
Júlia @ 26/05/2011 23:38
Este livro não está errado, não fala em nenhum momento que devemos falar assim, mas que não há formas erradas e sim inadequadas. A autora diz que falar com dessa forma não é errado porque isso faz parte do uso popular, embora não seja adequado em certas situações. A maioria dos brasileiros não fala a linguagem padrão, mas falam com variedades linguísticas, tanto regionais como ligadas à classes sociais. Por exemplo: em lugares menos favorecidos observa-se uma linguagem mais “pobre”. Porém, nesse lugar as pessoas falam assim, é uma variedade linguística. E é por isso que ela se torna errada? É claro que nas escolas devemos aprender a linguagem padrão. Mas o que eu achei mais interessante é que as pessoas que criticam o livro sequer o leram, sendo que logo depois a autora explica muito bem sobre essa questão.
Carol @ 27/05/2011 15:29
Como alguém falou anteriormente, é lógico que existe maneiras diferentes de “falar” existem sotaques muito diferentes em todo Brasil, em vários lugares, e isso não é errado, pode ser que no ato de falar isso possa se dizer adequado ou inadequado, porém na escrita é muito diferente, temos um padrão a seguir, senão para que estamos estudando e praticando sobre a língua portuguesa? Corretíssimo a maneira da Autora do Livro Didático pensar, cada um é cada um infelizmente ainda não o li, mas pretendo analisar cada palavra ao chegar a uma conclusão, mas espero que a população não adote seus sotaques e abreviações para a escrita, só então estarão ridicularizando o nosso Português.
Koda @ 28/05/2011 12:07
O problema é que a midia não fala sobre o livro em si, mas sim apenas de uma página, ou melhor, uma frase que é \"nós pega o peixe\". Aposto que todo mundo que fala mal do livro, nem sequer leu a pagina completa antes de falar abobrinha. Se todo mundo parasse para analisar os fatos que a midia coloca, antes de abrir a boca para criticar, ou falar qualquer besteira não teria tanta discussão sobre um livro, que NÃO ensina a falar errado, e sim diferencia a lingua \"FALADA\" em diversos lugares,e ambientes.
Manoel @ 29/05/2011 00:55
É para desmoralizar a educação mesmo. Desde qdo ela foi prioridade? Sou professor de Português e esta coleção já chegou nas minhas mãos. Estou lendo e observando os detahles. A escola deve valorizar o regionalismo linguístico sim mas jamais poderá matar o padrão culto da nossa língua. Disse uma educadora: “Ñ há texto sem gramática”. Esta deve ser contextualizada e ñ esculhambada como está sendo.Os autores da coleção colocam uma boa referência, citam Bagno um linguista que sabe muito bem o valor da variante, mas em nenhuma das suas obras ele anula o padrão culto, pelo contrário, nos faz refletir sobre o ensino da língua materna. É só lê Dramática da L.Portug; Port. ou Brasileiro… Agora essa de dizer que a coleção foi feita para atender aos adultos q já falam errado foi mal.A linguística ñ diz que ninguém fala errado, mas diferente. O padrão e o ñ padrão existe. Fala-se diferente. Trabalho com jovens e adultos e vejo o interesse em aprender. A eles deve se ensinar as diversas linguagens, a importância de dominar a norma culta pq há um novo mundo lá fora. Ñ vamos substimar a capacidade (dos adultos)de quem já sofre as consequências de sociedade excludente. A coleção deveria ser tirada de circulação mesmo. Estudantes e professores merecem respeito. O MEC deveria agir com cautela e pensar na tal educação de qualidade que a cada dia piora.
Júlia @ 30/05/2011 16:48
Sou uma aluna de oitava série de uma escola particular situada no interior de São Paulo e já aprendi (esse ano e em anteriores) sobre a variação lingüística em nosso país! Estou indignada com alguns dos comentários e opiniões expostas acima. Futuras professoras dizendo que o MEC está errado? Acho isso ignorância e falta de informação! A variação lingüística é uma forma de acabar com o preconceito lingüístico que cria, diversas vezes, uma barreira social entre aqueles que obedecem a norma culta diariamente e os que não a obedecem e em diversos casos não tem acesso a escolaridade!
Antes de criticar essa aval do MEC procure se informar sobre variação lingüística! Tenho certeza que muitos de vocês que criticaram este livro didático nem sempre utilizam a norma culta no seu dia-a-dia! Eu assumo que também não faço uso do português padrão o tempo todo, afinal sou adolescente, falo gírias e abrevio as palavras ao teclar com meus amigos nas redes sociais!
Espero que meu ponto de vista seja bem aceito por todos!
Obrigada pela atenção, Júlia.
Severino @ 31/05/2011 15:26
Vivaaaaa nois fala crtin. agora póço cala boca das patraumzin mitidin abesta dale brazil il il il il
Rosiane @ 24/06/2011 18:29
….A questão não é saber ou não o que é linguística, porém a forma com que as crianças que são o futuro do Brasil estão aprendendo o português…
Uma pergunta: Nos concursos públicos, qual tipo de língua será aceita?????????
Marcelo @ 24/06/2011 21:56
Que issu genti. Num tem pobrema fala assim naum. é normal pur causa di qui todu mundo fala assim.
Pelo amor de Deus gente, isso é inaceitável.
kellen @ 29/06/2011 19:23
eu acho que o mec esta certo pos ele esta jugando como a gente fala