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Para dar fim à obstrução nasal

Começa-se o dia vestindo um casaquinho. Logo, vem o calor. É hora do ar-condicionado no entra e sai do carro, do escritório, da escola, da agência bancária. A passagem pela academia provoca mais calor. E, na volta pra casa, o chuvisqueiro vem pra refrescar.  A este conjunto de mudanças, some a poeira das ruas, a poluição do ar e o pólen das flores. Pronto. Temos um pacote completo para acordar no dia seguinte com a desagradável obstrução nasal. Sempre indesejada, a dificuldade de respirar pode ter origem nas oscilações de clima, alergias e quadros virais. Mas é obstáculo para a qualidade de vida quando o problema está na estrutura nasal.

O mais comum dos distúrbios funcionais do nariz é o chamado desvio de septo. Como explica o Dr. Nelsoni de Almeida, médico otorrinolaringologista e Membro Titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face, o septo nasal funciona como parede de divisão entre as narinas. “O problema aparece quando o tamanho ou forma das fossas nasais são prejudicados por uma tortuosidade desta estrutura, atrapalhando, ou mesmo impedindo o fluxo de ar”, detalha.

O desvio de septo pode provocar variados graus de obstrução nasal e as consequências para o corpo são negativas. Respirando pela boca, acaba-se tendo dificuldade para dormir, apneia do sono, cansaço excessivo, alterações na arcada dentária e dores de cabeça. Logo, segundo o especialista, a saída mais eficaz para o desvio de septo é o procedimento cirúrgico.

A origem e a solução

O desvio de septo pode manifestar-se na puberdade, com o crescimento do corpo, ou mesmo em fase adulta, quando a situação deriva de algum trauma nasal. Segundo o Dr. Nelsoni de Almeida, a septoplastia é a cirurgia indicada para este tipo de problema, devolvendo ao paciente o fluxo normal de respiração pelo nariz. Há a opção também da rinosseptoplastia, que corrige tanto a funcionalidade como a aparência estética do nariz. “Neste procedimento, o paciente passa somente por uma anestesia e um período de recuperação, o que é uma economia de tempo também”, ressalta.

Para pacientes com falta de estrutura congênita no nariz, o resultado é surpreendente. Na maior parte dos casos, a pessoa submetida à cirurgia volta a respirar normalmente. “Para que isso funcione, o enxerto precisa estar bem posicionado, ter estrutura, largura e comprimento precisos, além de estar apoiado em partes adequadas para solucionar o problema”, pondera.

Os procedimentos de septoplastia ou rinosseptoplastia duram, em geral, de 1 hora e meia até 2 horas e, após acordar da anestesia, o paciente pode voltar para casa sem a necessidade de internação. Após uma semana, já podem ser retomadas as atividades rotineiras, porém sempre respeitando o prazo de quatro semanas para realizar esforços físicos. Os resultados são progressivos.

 

 

 

 

 

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