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Um início, uma vontade, uma proposta, um desafio. Um espaço para o pessoal jovem no portal novohamburgo.org. Minha função: fazer desse espaço algo sempre atualizado e o mais agradável e interessante o possível perante os olhos do meu público alvo.São com esses ideais em mente, juntamente com muito gás que inicio hoje esse espaço que fala sobre atualidades, sempre focando no que a galera quer ver. O mais importante aqui é a opinião do pessoal, portanto participem sempre pois a minha maior realização é fazer algo que agrade a todos vocês, e para isso a interatividade e diversidade de assuntos e idéias é fundamental. Desde já, valeu pela companhia! Gabriela Schuch. |
› O futuro nos pertence
03/04/2008 às 16:04
Em ano eleitoral, Ferro Velho convida o público jovem para uma breve reflexão sobre consciência política.
Nas últimas três semanas, vivenciei fatos que indiretamente sugeriram o tema a ser abordado aqui. Quais são eles? Uma conferência e um churrasco. O que há de comum entre fatos tão distintos que possa gerar um artigo? Consciência política.
Ferro Velho é feito para um público que está iniciando a vida eleitoral. Em ano eleitoral, mais do que nunca, é fundamental que exista uma discussão a respeito de consciência política.
Indo aos fatos
Vamos começar pelo churrasco. Entre um salsichão com farinha e um gole de refrigerante, eu e alguns amigos conversávamos sobre sermos o futuro do país e nosso dever de ao menos tentar fazer diferente de hoje, situação que tanto nos deixa indignados.
Foi então que um deles se pronunciou. Foi logo dizendo que qualquer coisa a ser feita era inútil. Tanto quanto aquela conversa. Argumentou que quando o futuro chegar, seremos iguais ou piores do que agora. E finalizou dizendo que quem faz mobilização, o faz com intuito de aparecer.
A conversa sobre política surgiu a partir de mim. Cheguei ao churrasco contando que havia passado o dia no salão de Atos da PUCRS na 1ª Conferencia Estadual da Juventude. No evento havia movimentos estudantis, partidários lutando e debatendo com unhas e dentes aquilo que acreditam.
Que fique claro que eu não sigo partido político algum. Sempre votei de acordo com a ideologia que mais se parece com o meu pensamento. Propostas plausíveis a respeito de educação costumam me ganhar. Fiquei toda arrepiada ao escutar uma multidão cantando como que em pleno 1968: “Da juventude não abro mão, eu vou pra rua lutar pela educação”.
O arrepio maior se deu, no entanto, ao ver o salão lotado. É reconfortante poder comprovar que não somos tão vazios quanto nos julgam. Ainda que não sejamos todos, ainda há quem lute por um futuro melhor.
De acordo com pesquisas do Instituto de Cidadania, da Unesco e do Ibase, existe uma rejeição do público jovem em relação aos políticos e a forma atual de fazer política. E nós não estamos errados em pensar assim. Não temos motivos para demonstrar aceitação pela política.
É preciso, porém, que paremos de somente criticar o que está sendo feito. É preciso participar da política, ajudar a construir esse futuro que é nosso.
Usufrua dos seus direitos como cidadão. Vote, e mais do que isso, saiba em quem e porque está votando. Ainda que as perspectivas não sejam de mudança. É preciso coragem para reverter esse quadro.


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Antigamente o povão votava em quem tinha cara de menos corrupto.
Exemplo disto era o Collor, Britto e etc.
Hoje em dia, tu acha que vão tirar o partido do poder? Pode ser até o Olivio o candidato que vai ser eleito.
Infelizmente o voto é decidido pelos programas sociais. Tu acha que vão trocar de partido quem ta colocando comida na mesa? Povão não quer nem saber! Sei que tem muita gente passando fome no Brasil, e como sei!
Mas a solução não é fazer isto, programas eleitoreiros que vão (estou profetizando isto, tomara que esteja errado) arruinar a idéia de democracia.
Acho que qualquer pessoa de bom senso, sabe disto: Nunca de o peixe, ensine a pescar, é dando trabalho digno (não emprego, mta gente quer emprego, trabalhar que é bom nem pensar!) pras pessoas, afinal o cidadão vai se sentir útil na sociedade e de uma forma geral.
Enquanto isto, nós através dos impostos que BANCAMOS e sustemamos este programa.
Nós, otários que damos um duro danado todos os dias.