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› O Dia das Mães 14/04/2008 às 09:28
Conheça o desafio, luta e dedicação para que fosse instituído um dia em homenagem às mães História: Não é à toa que o dito popular "Mãe é uma só" vem sendo utilizado há muito tempo. A mais antiga comemoração do Dias das Mães é mitológica. A entrada da primavera, na Grécia Antiga, era celebrada em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe de todos os Deuses. Em Roma, aproximadamente 250 anos depois do nascimento de Cristo, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, Mãe dos Deuses romanos. O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo. Nos Estados Unidos, a pioneira na tentativa de instituir a data foi à escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República", era casada com Samuel Gridley Howe, um líder em educação progressiva e também um abolicionista convicto. Júlia chegou a organizar em Boston um encontro de mães dedicado à paz. Mas foi outra americana que obteve sucesso na criação do Dia das Mães.
No Brasil: O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado do Brasil a celebrar o Dia da Mães. A primeira celebração brasileira foi promovida pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. Símbolo da maternidade: Pelas ações de Anna Jarvis, a filha que originou a comemoração da data, os cravos brancos acabaram tornando-se símbolo da maternidade. Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
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