Facebook: retrospectiva no melhor estilo “quem fala o que quer…”

Dezembro, fim de ano, época de retrospectiva… E o portal G1 fez uma muito interessante: sete casos em que as pessoas envolvidas escreveram demais no Facebook e acabaram julgadas pela Justiça, presas ou demitidas.

Confira abaixo:

Zombando de menina que cometeu suicídio

Em setembro, Sean Duffy, de 25 anos, foi preso por escrever mensagens no Facebook zombando de uma garota que cometeu suicídio. O britânico foi condenado a 18 semanas de prisão pelo que escreveu sobre a adolescente Natasha MacBryde, de 15 anos, e sobre outros jovens. Duffy teria chamado MacBryde de prostituta em uma página criada na rede social pelo irmão de Natasha, James, para que a família e os amigos da jovem pudessem homenageá-la.

Exibindo fotos com dinheiro roubado

Um ladrão publicou fotos de seu último assalto no Facebook, mostrando a quantidade de dinheiro roubado, e foi preso pelo FBI, nos Estados Unidos, em setembro de 2011. De acordo com o site The Smoking Gun, Jesse Hippolite, de 23 anos, mostrava o dinheiro que havia conseguido em fotos com legendas como “o crime paga as minhas contas”. Outras imagens do perfil dele o mostram com notas de US$ 100 e garrafas de champanhe Moet & Chandon Nectar Imperial Rosé.

Publicando rap sobre assassinato

Woody Borgella, de 29 anos, usou o Facebook para publicar trechos de uma letra de rap sobre assassinato três dias antes de ter matado sua namorada, Lora Ann Evans, de 31 anos. “Eu sinto o cheiro de assassinato quando o vento sopra”, escreveu Borgella, que, segundo a polícia, confessou ter dado um tiro em Lora após uma discussão.

Comprometendo imagem do ex-companheiro

A norte-americana Dana Thornton, de 41 anos, foi julgada em tribunal de Nova Jersey, nos EUA, pela acusação de ter criado um perfil falso do ex-namorado no Facebook e por ter publicado mensagens e comentários que comprometeram sua imagem. Nas mensagens publicadas por ela como se fosse o ex-companheiro estava que ele bebia o tempo todo e que era “um idiota com uma arma na mão”.

Xingando muçulmanos, gays, hispânicos e negros

Em Chicago, um segurança de um aeroporto O’Hare foi demitido após falar mal de muçulmanos em seu Facebook, segundo o site ABC 7News. Roy Egan, o segurança, trabalhou para o governo norte-americano durante nove anos. “O islã é um culto que glorifica a morte e uma religião imunda”, teria dito Egan em seu perfil na rede social. O oficial também teria afirmado que os muçulmanos devem ser exterminados e feito comentários ofensivos sobre gays, hispânicos e negros –incluindo referências ao presidente norte-americano Barack Obama e a primeira-dama, Michelle Obama.

Usando o Facebook enquanto assaltava uma casa

Trevor Jones, de 34 anos, entrou em sua conta no Facebook de dentro de uma casa em que estava assaltando e teve que deixar o local rapidamente, segundo a polícia informou ao site CBS Atlanta. O policial Jake Smith disse à publicação que Jones sentou no sofá com o notebook e decidiu acessar seu Facebook, facilitando o processo de encontrar a identidade do suspeito. Jones responde por acusações ligadas ao roubo.

Questionando o salário do chefe

Em abril, uma funcionária de um banco no Reino Unido foi demitida por ter criticado o salário do chefe no Facebook. Stephanie Bon, de 37 anos, trabalhava por US$ 11,45 a hora como assistente de recursos humanos em um banco controlado pelo governo britânico. Um dia, ela ouviu um colega comentar quanto ganhava o novo chefe. Stephanie, então, postou no Facebook: “O novo diretor-executivo ganha US$ 6,5 mil por hora, e eu US$ 11,45. Isso é injusto”. Ela foi demitida depois que o novo chefe ficou sabendo sobre o comentário na rede social.

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