Então é Natal… E empresas prometem apostar nas redes sociais

Os consumidores vão consultar as redes sociais antes de gastar neste fim de ano. É o que afirma o professor e marketing digital da ESPM São Paulo, Alexandre Marquesi, ao Estadão.

Pelo mesmo motivo xingar muito no Twitter resolve mais do que procurar o Procom, as empresas estão buscando recomendações positivas sobre seus produtos através da internet. E fazem isso através de ações especialmente voltadas para o comércio virtual. Um exemplo é a livraria Cultura, cujo site vendeu em um dia mais livros do que em três meses, graças a uma ação focada em preço. Toda a divulgação foi feita através das redes sociais.

E faz todo sentido: as plataformas como Twitter (que tem 14,2 milhões de usuários) e Facebook (cerca de 30 milhões) são uma forma de boca a boca mais rápida e chamativa e de alcance (muito) maior do que a tradicional.

O diretor de e-commerce do Walmart, Roberto Wajnsztok de Oliveira, afirma, na mesma matéria do Estadão, que este vai ser um Natal “colaborativo”. Ele diz que, desta vez, em vez de oferecer o máximo de produtos, a empresa vai ouvir o consumidor “para ir direto ao desejo de compra”. E ele ainda prevê como será o futuro das ferramentas de busca e das plataformas colaborativas: “Será um ambiente em que o consumidor encontra, compara e compartilha informações.”

Alguém duvida?

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